Estávamos em Viena. Haviam sido longas e cansativas horas de voo, mas claro que foi mais confortável porque pude usar o peito do meu marido como um travesseiro. Não há melhor jeito de dormir do que nos braços de quem se ama. Quando chegamos em Viena já passava da meia noite. As ruas estavam vazias e pouco iluminadas. Chamamos um táxi que nos levou até o hotel que Douglas havia escolhido, passaríamos uma semana ali. Confesso que me dói ter que ficar longe da minha pequena, mas meu marido tem me prometido incansáveis horas de sexo para não deixar que pensamentos tristes pairem sobre a minha mente. Chegamos ao hotel que era moderno, bem diferente da arquitetura dos outros prédios e casas da cidade. Como eu não falo italiano, Douglas se encarregou de falar com as pessoas. Assim que pegou a ch
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