a armadilha de Henrique

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Henrique já estava cansado. Oceana tinha ultrapassado todos os limites da boa convivência, e, embora ele resistisse com firmeza, não suportava mais ver Bela sofrer com suas inseguranças. Era hora de encerrar o jogo perigoso daquela mulher, mas não com violência. Ele tinha outra ideia, uma que talvez fosse mais eficiente: deixar Oceana cair na própria armadilha. O Confronto Era fim de tarde quando Henrique encontrou Oceana sozinha na varanda, sentada em uma cadeira de balanço, bebendo vinho e observando o pôr do sol. Ela parecia confortável demais, como se já fosse dona do espaço. — Precisamos conversar — disse ele, com a voz grave. Ela ergueu os olhos, sorrindo. — Enfim… achei que você fosse me evitar para sempre. Henrique cruzou os braços. — Oceana, você passou dos limites. Ela in

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