Cansada, a jovem sobe diretamente para o quarto, onde lava a boca diversas vezes, do escritório, ele ver toda a movimentação do quarto dela. Então, olhando para a piscina, ela coloca um maio, e se atira na piscina, Marta logo-lhe traz suco de laranja, a jovem deita-se numa espreguiçadeira, como ela era um produto, iria aproveitar a vida de rica que nunca teve. O jardineiro ao ver a bela esposa do patrão não resiste e fala para a motorista: _ Dessa vez, o patrão arrumou para a cabeça dele, Cátia o repreende e comenta: _Nunca vi uma jovem com um olhar tão triste. Ela saiu do hospital chorando...
_ Talvez algum parente passando m*l, Cátia, mas é uma delícia.
Ela levanta-se, rir para eles e vai direto para o quarto, então tenta ligar para o hotel onde trabalhava e consegue falar com seu amigo. O que ela não sabia, é que seu marido tinha acesso a tudo que ela fazia.
_ Eu tive que sair as pressas, minha mãe está muito m*l, internada, mas sinto saudades de todo ai.
O outro atualiza ela, fala que Rafael ficou louco quando não a encontrou, tentou até se lançar no mar. Ela ficou triste, mas que agora ele estava bem, estava saindo com Cristal, e Carlos com Iris. Os dois falaram um pouco, ela pediu para não comentar nada, mas dentro do possível estava bem e a sua prioridade agora era a saúde da sua mãe. Finalizaram a conversa. Marcos ouviu tudo, quer dizer que seu filho já tinha outra, menos m*l, então ele, se volta para a mulher no quarto. Estava triste, e isso o alegrava, queria muito ver a cara de Rafael Greco, ao saber que a sua sobrinha era sua propriedade. Ao chegar em casa, pediu o jantar e a esposa recusou-se a comer. Chateado, jantou sozinho, depois subiu e mandou ela limpar-se e ir para o quarto dele. Ela arrumou-se, perfumou-se e foi.
Ele estava bebendo, de roupão de seda, apesar de ter 54 anos, não aparentava, ela olhou para baixo e viu que ele estava sem nada por baixo. Ele sentou-se, e a chamou com, ela seguiu na sua direção, e sentou no colo dele, ele começou a cheirar o seu pescoço, o perfume dos cabelos dela o enlouquecia, ele começou a acariciar os seus s***s, o corpo dela reponde prontamente, ele abriu as pernas dela, começou a mexer no c******s dela carinhosamente, o coração dela batia muito forte, a boca dele desce para os s***s dela, ela geme sem poder conter a excitação que aquele homem experiente lhe causava, de repente sentiu o volume do roupão fino dele crescer, ele sussurra no ouvido dela: _ Eu vou comer-te minha gostosa, ainda sinto o teu hímen no meu p*u, ela estava abraçada, estava molhada, ele sentiu, colocou ela na cama, pegou o whiskey que estava no copo e tomou todo de uma vez, ele lhe abriu as pernas e iniciou o sexo oral, ela gemia e ele deliciava-se daquela b****a jovem, subiu em cima dela e a penetrou devagar, ela gemia, ele enlouquecia, ele foi o primeiro homem dela e faria de tudo para ser o único, ele estava carinhoso, logo os dois gozaram juntos, ele olhava-a e via Beatriz, e continuava a beijar na boca dela, de repente, o dedo dele vai para parte de trás, ele começa a mexer enfiando o dedo ao mesmo tempo, na v****a dela e no ânus, então, ela pede-lhe não a penetrar por trás, não estava preparada, ele ignora o seu pedido, edis: _ Eu te comprei vagabunda Greco, e posso comer o que eu quiser, aquele homem gentil havia mudando, a virou de costas e começou a passar o pénis no ânus dela, a dor foi imensa, ela sentiu, e gritava pedindo para ele parar, ele não a ouvia, na sua mente, via as imagens da mulher da sua primeira esposa com o amante, não via que Celeste não tinha culpa, calando-se deixou ele terminar, as lágrimas caiam e antes que ele pudesse falar algo, levantou-se, ele estava embriagado, puxou de volta para ele, novamente a feriu, e o que saiu da boca dele foi algo terrível, pegando no queixo dela, fazendo-a encará-lo, diz: _ Eu faço o que eu quiser, eu te comprei, tua mãe ta bem cuidada, e eu não vou dar mole para você.
Ela empurra-o e explode: _ Você comprou o meu corpo, mas não comprará o meu amor, minha dignidade e respeito.
_ Eu não preciso do seu amor, eu preciso apenas te comer, do jeito que eu quiser do jeito que você gosta, Beatriz, senão você vai dar e engravidar do teu amante.
Ela bate na cara dele e grita: _ Eu não sou Beatriz, seu bêbado, devasso, sou Celeste, e sim você comprou-me, e a única coisa que eu me arrependo porque não dei para a pessoa que eu amava, e sim para um i*****l como você.
Ele bate nela que cai. Ele chuta a barriga dela. Ela levanta-se e vai para cima dele com a boca sangrando, ele a joga na cama, imobilizando-a, seu corpo musculoso, pesa em cima dela, então voltando a lucidez, ele beija a boca dela, que sangrava, ela tenta sair e ele não permite.
_ Eu não quero e nem vou ser corno, principalmente do Rafael!
Ela congelou, como ele sabia sobre Rafael; ela não estava entendendo.
_ Eu sou o pai de Rafael, você é minha mulher, assinou o contrato de casamento, tua família odiosa tá salva e tua mãe também, agora, se eu sonhar que alguém tocou em você Celeste, eu mato-te. E novamente introduziu o seu pénis na b****a dela, que tentava a todo o custo se libertar, cansou e cedeu novamente ao abuso, domada, ele continuou marcando o pescoço dela, apertando as suas nádegas e gozando novamente, o seu corpo era seu pior inimigo, porque ela gemeu alto, e ele adorou, o corpo dela era dele, e em breve o amor também. Cansados dormiram, Marta estava com medo, ele tratava a esposa a pior que uma prostituta.
Rafael estava na cama com Cristal, os dois haviam feito amor, mas sua mente estava longe e em que lugar nem ele sabia. A jovem ruiva dormia, ele levantou-se e foi ao banheiro, a mulher acordou e abriu uma gaveta, lá estava a foto de Celeste. Ela sabia o quanto Rafael era rico, e não ia perder esse partido, quando percebeu que ele estava de volta, fingiu esta dormindo, ele abraçou-a e na sua mente imaginou ser Celeste.