O cheiro de mofo impregna minhas narinas, provocando uma alergia dentro de mim que eu nem sabia que tinha. Ao fundo, ouço o ranger das correntes que pendem do teto e balançam de forma lenta, emperradas graças à ferrugem. Meu nariz coça, mas minhas mãos estão amarradas na cadeira atrás de mim, e envoltas por uma corda que fazia meus pulsos arderem, mas nem isso me faria reclamar. O melhor que eu poderia fazer nesse momento era bancar a durona, considerando a minha situação, e tentar pelo menos me tornar um pouco mais difícil de se m***r do quanto era difícil me capturar. Na minha frente uma figura alta andava de um lado para o outro lentamente pelo cômodo, como que desfrutando o momento, em suas mãos segurava a minha tão almejada adaga, na qual eu depositei tantas esperanças pra no fi

