Dom Três dias depois... — Estou nervosa. – Ana fala na porta do orfanato. — Não fique, Alex é uma criança doce e cedenta por carinho. E sei que vamos preencher esse vazio que deixaram na vida dele. — Sim, vamos! Pego em sua mão e entramos. — Oie Rose, bom dia —Bom dia senhor. — E meu garoto como está? — Louco para ver você, esses dias que esteve ausente teve febre e mau se alimentou. — Não acredito. — Sim, mais quando disse que você ligou e disse para ele que o senhor estava vindo, logo se aprontou, quis tomar banho e comer, está ansioso pela sua chegada. — Vá buscar ele, tenho uma surpresa. – Sorrio e olho para minha mulher. — Estou vendo que a surpresa está presente. — Estou sim e ansiosa para vê-lo. – Ana diz com um sorriso nervoso. — Calma amor. — Se ele

