ANA Com muita urgência sinto minhas costas bateram na parede ao lado da porta e ouço a mesma fechar e ser trancada. Meu corpo na mesma hora reconhece aquelas mãos, o toque. Sim, era Dom. Me beijando feito um selvagem cheio de t***o e saudades. Coloco as mãos no seu cabelo e o puxo mais quero sentir seu sabor, a saudade emergia de dentro para fora tudo com a gente era intenso, insano. Só não nos aproximamos mais por causa da barriga. — Obrigada. – Diz rindo entre os beijos. — Obrigada. – Repetiu. Meu coração estava acelerado, minha cabeça rodando tentando entender tudo isso. — Eu amo vocês. E continua me beijando. Mais não dura muito quando ele se afasta pega-me no coloco como uma princesa e me carrega até a cama e me coloca com delicadeza. — O papai te ama muito filha

