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863 Palavras

RAFAEL NARRANDO Segurei os braços de Safira e a coloquei em pé, ela chorava compulsivamente. Ela estava ajoelhada aos meus pés como se eu fosse um deus. — Safira, chega. Por favor. — Eu disse. — Eu só vou parar quando você me prometer que não vai me separar da minha filha e vai deixar meu pai em paz. — Respondeu, em meio aos soluços de seu choro. Nunca vi uma pessoa tão linda chorando. Que droga de mulher! — Safira... Eu vou levar minha filha pro meu morro, se você acha que aguenta isso... Eu concordo, contanto que você me ajude a estreitar o laço com ela e recuperar esse tempo perdido. Você vai morar na minha casa, vai ficar sob minha supervisão e vai me obedecer. Se você concordar com isso... — Eu dei os ombros e ela mais que prontamente concordou com a cabeça. — Sim, sim! Apenas l

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