HA JOON Passou toda a noite em claro e pela manhã a visita de seu avô. Mesmo extremamente sonolento não conseguia dormir assombrado por imagens que não podia desenhar por não o cederem papel e lápis por ser parte do material pontudo e furante. E então aquele martelar desconfortável na cabeça. Joon fechou os olhos como seu avô, Dong Yul, o ensinou. Lá fora pela janela podia notar que a tarde estava nublada e propensa a chuva. Não havia ninguém no jardim com medo da tempestade iminente. Amava dias assim pelo cheiro de terra molhada. Só que pela central de ar não podia abrir a janela e isso o deixava frustrado. Apenas mais sete dias e sairia daquele maldito lugar. Prendeu a respiração e soltou o ar pela boca e fez os movimentos com a mão de dentro e fora como se o ar se tornasse algo a se

