Impotente, vazia e com uma dor alucinante me rasgando o peito, eu vivia um fato que não queria aceitar e tinha uma missão que não queria cumprir. Mel não sobrevivera e a mãe dela ainda não sabia e o pai também não. Foi preciso uma nova luta pelo direito de ver minha amiga que continuava isolada em observação e brigar pelo direito de contar a ela e não mais um médico insensível e troglodita desse lugar, mas diante da porta do quarto em que a mantinham eu vacilei, fraquejei o que eu não podia fraquejar na frente dela. Foi com um rosto m*l limpo que eu entrei pela porta, não podendo evitar mostrar na cara a dor que eu carregava no peito. - Graças a Deus, graças a Deus! – clamou ao me ver. – Estão me mantendo aqui há horas sem notícias, me fala, cadê a minha filha? – implorava com o rosto in

