Capítulo 30

2787 Palavras

O interfone tocou como o esperado e como, de fato, eu o esperava abri o portão rápido e deixei a porta de casa aberta. - Tá tudo bem mesmo? – nem disse oi, entrou, me encontrou no sofá à espera e já foi perguntando. - Tudo e com você? – sorri irônica. - Tem certeza? – insistia na pergunta. - Vem cá. – chamei, ainda estava parado ao lado da porta entreaberta. – Senta aqui. – só fechou quando eu chamei. Sentou-se ao meu lado sem deixar de me analisar por um minuto. – Eu quero acordar com seu café todos os dias, algum problema? – passei a mão no rosto e cabelo dele, suavizando a expressão franzida que ele tinha ao tentar me ler. - E como você tomou essa decisão? Ou melhor, mudou de decisão. – podia manter no rosto uma expressão cética, duvidosa, mas o olhar brilhava, o olhar entregava.

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR