DOM — O que estamos fazendo aqui? Não entendo. Paramos um de frente para o outro, Alícia me olhava surpresa. Permaneço de óculos escuros, não queria que ela assistisse a minha dor. — Estamos no aeroporto de Istambul. A partir de hoje estará livre, liberta do seu carcereiro, seu raptor... — Ela apertava os lábios com força. — Toma seus documentos, e o passaporte que mandei fazer pra você. — Então é isso? Acabou? — Seu tom era sério. — Pegue! Ficava parado, congelado bem diante dela, o braço estendido esperando ela pegar seus objetos... Esperando ela levar o meu coração. — Não te entendo. — Disse-me mas pega os documentos, em seguida coloca dentro da sua bolsa. — Não me entende, jura que não? Ela balançou a cabeça, seus olhos tremem. — É simples, desde o começo eu não te dei uma e

