Capítulo 38

974 Palavras

DOM Um mês depois eu ainda usava a cadeira de rodas, mas conseguia andar sozinho pelas barras sem ajuda de Alícia, mesmo assim ela nunca me deixava fazendo os exercícios sozinho. Eu me perdia no calor dos seus olhos cor de chocolate, no som da sua voz doce e delicada, nos sorrisos que dava para o nosso filho, me deliciando com eles. Todo o meu ser gritava pela sua pele, e quando me tocava sem querer o meu sangue esquentava nas veias. Meu p*u duro clamando pela sua dona. Estava sentado de frente para o jardim, as rosas vermelhas estavam desabrochadas, abertas, prontas para serem colhidas. Pensava constantemente como reconquistar o seu amor... foi aí que ela apareceu no meu campo de visão; linda e poderosa... gostosa. Reclamando, super zangada. Falava da minha falta de interesse nesse a

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR