Capítulo 33

1321 Palavras

***Enrico*** Sete, oito, nove, dez... Thomaz gargalhava sentado na poltrona, Pedro estava ao meu lado me olhando terminar de ajeitar a gravata. - Para Thomaz, c*****o! - Olha a boca, seu idiotä – fala entre risos. Respirei fundo. Vinte e três, vinte e quatro, vinte e cinco... Olhava meu reflexo no espelho. Peguei o colete azul marinho no cabide, abotoei. Trinta e oito, trinta e nove, quarenta. Vesti o blazer, Pepê sorriu. - Tá nindão dindinho. - Obrigado cara – Thomaz continuava rindo entre uma golada e outra do whisky – pelo menos alguém tá ajudando. Cinquenta e nove, sessenta. Soltei o ar com força. Já perdi as contas de quantas vezes eu contei até sessenta. Abotoava o último botão quando meu pai entrou no quarto. - Pronto, meu filho? – Tinha um largo sorriso no rosto.

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