(...) Uma hora depois, as portas do hospital se abriram. Os saltos de Margaret Colton estalavam ruidosamente no mármore. Terno de grife, cabelo puxado para trás com precisão cirúrgica, perfume caro flutuando ao redor dela como uma aura. Assim que o viu, ela se aproximou rapidamente. Sem dizer uma palavra, ela o abraçou forte, como se ele fosse seu próprio filho. Ela acariciou o seu pescoço ternamente. — Calma, calma, meu amor. Estou aqui. Tudo vai ficar bem. Maximiliano permitiu-se encostar-se ao peito dela por um segundo, deixando-se envolver pelo seu perfume e pela sua mentira. — Obrigado por vir. — Claro que eu viria. Você faz parte da minha família. Para mim você sempre será. Todos os outros… não importam diante de você. Ambos se sentaram em um dos sofás. Margaret pegou a mão de

