Os seus dedos deslizaram entre as minhas pernas e eu ofeguei, procurando algo para me segurar além do seu corpo, mas ele não me deu escolha. Ele me pegou com as suas mãos, com a sua respiração, com o seu desejo. E ele me fez dele novamente. Desta vez foi diferente. Não era a fúria da praia, nem necessidade desesperada. Foi tranquilo. Foi lento. Foi sensual. Cada movimento era uma carícia, uma confirmação de que ele me queria assim: inchada, desgrenhada, com marcas de sal na pele e as coxas ainda tremendo da noite anterior. Ninguém nunca olhou para mim como se o meu corpo valesse tanto. Ninguém jamais admirou as minhas curvas como se fossem o tesouro de uma nação inteira. — Você parece deliciosa. Ele sussurrou, lambendo uma lágrima que escapou sem permissão. — Não chore, cereja. Não

