pensamento repentino ocorre para mim. Como seria ser beijado por Eleri?
Como ela moveria os lábios e a língua? Que gosto ela teria? Doce como o
mel, eu imagino.
A mão de Luke está esfregando meu p*u, agarrando-me pelas calças do
meu terno. “Você está pensando nela, não está?” Ele mantém sua boca na
minha e nossas respirações ofegantes se fundem. “Você quer enchê-la com
seu p*u monstro e fodê-la até ela gritar seu nome.”
Eu me afasto e dou-lhe um olhar severo. “Isso é só um jogo, lembre. Nós
não podemos f***r ela.”
“Eu sei,” ele geme. “Isso está me matando para caralho.”
Sempre é Luke quem instiga nossas sessões esporádicas no Clube Candid.
Eu sou bissexual, desde que percebi quais partes do corpo humano me
excitam mais, mas anos em um colégio interno de meninos e a ausência de
uma mãe enquanto crescia me deixaram desconfiado das mulheres. E desde
que Luke e eu nos mudamos juntos e começamos uma família, fico feliz em
ser considerado um homem gay. Não que eu concorde em colocar rótulos nas
pessoas; eu sou quem eu sou.
Desde que Luke e eu começamos a brincar esporadicamente no clube,
aprendi a gostar da emoção de estar com um homem e uma mulher ao mesmo
tempo. É o melhor dos dois mundos... a dureza masculina combinada com a
suavidade feminina. Embora Luke pareça ter vontade de b****a mais do que
eu, eu não disse uma única vez ‘não’ a um ménage ocasional. Parece que não
há fim para o número de mulheres no clube que estão dispostas a isso, e nós
nunca estivemos com a mesma mulher mais de uma vez... especialmente
porque vamos lá com pouca frequência. Sempre foi sobre sexo, sexo
animalesco puro, e eu nunca vi nenhum motivo para mudar isso. Luke é
quem eu amo.
Eu belisco a pele de sua nuca. Ele angula seu rosto para que seus lábios
encontrem os meus, e sua mão encontra o caminho de volta entre as minhas
pernas. Nossas bocas colidem e nos beijamos, mordemos e chupamos um ao
outro. Ele desabotoa minha braguilha e alcança meu p*u.
Há um som abrupto de passos na escada, seguido por um suspiro
sufocado. Eleri! Que merda!
Eu congelo, mas Luke não me deixa ir... ele aperta e punheta meu
membro como se não houvesse amanhã. Ele não a viu; suas costas para a
porta aberta. O pensamento de Eleri assistindo é tão f**a de erótico que eu
poderia gozar aqui e agora.