CAPÍTULO SETE
LUKE
EU OLHO PARA Gabe e levanto uma sobrancelha. ”O que você acha?”
Estamos no nosso quarto, nos preparando para dormir.
“Antes de dizer mais uma palavra,” ele geme. ”Nós não podemos.”
“Por quê?”
“Como você pode perguntar? Muitas razões. Ética, por um lado; ela é
nossa babá. E nunca fodemos a mesma mulher mais de uma vez.” Ele
desabotoa as calças e sai delas. ”Se fizermos sexo com Eleri, algo me diz que
vamos querer continuar fazendo sexo com ela. Ela é deliciosa demais.”
“Ela não é?” Tiro minha camiseta. ”Seria a maior diversão que já tivemos
com uma mulher.” E ele ficaria viciado nela e gostaria de mantê-la,
esperançosamente. Ela é tão doce; ela adoçaria nossas vidas.
“Ela pode não ser capaz de lidar com nós dois, tigre.” Ele pendura a
camisa nas costas de uma cadeira. ”Não esqueça que ela é virgem. Ela nunca
tomou um p*u na sua b****a antes, muito menos dois.”
Apenas esse pensamento faz meu próprio p*u se contorcer. Como eu
adoraria iniciar a Pequena Senhorita Luz do Sol no mundo do sexo. Iniciá-la
e depois nunca a deixar partir. ”Algo me diz que ela vai adorar,” eu digo,
indo para o banheiro. ”Ela tem um toque de sirigaita nela, apesar de seu
status V.”
Ele vem atrás de mim e pega sua escova de dentes. ”Vamos acabar
odiando-a e odiando a nós mesmos quando tudo der errado.”
Eu paro de escovar meus dentes. ”O que pode dar errado? Vamos manter
isso a portas fechadas. Nossa porta do quarto para ser preciso. Poderíamos
estabelecer regras que em todos os lugares, menos lá ela deve se comportar
como nossa babá. Seria uma situação ganha-ganha tanto para ela quanto para
nós. “É arriscado, eu sei que é, mas algo me diz que é um risco que vale a
pena correr. Eleri pode ser apenas 'aquela'. Eu amo Gabe e ele me ama; mas
nós somos ambos bissexuais. Gabe pode não admitir isso, mas para mim não
há como fugir da minha necessidade do toque suave de uma mulher.
Gabe enxagua a boca e cospe na bacia. ”E quanto aos meninos?” “Como eu disse, ela continuará se comportando como nossa babá. Eles
não notarão nenhuma mudança. Nem mais ninguém. Vamos lá, Gabe. Ela
está disposta. E ela é linda. O que há de errado com você?” Eu volto para o
quarto e puxo o edredom.
“Você me conhece, advogado cauteloso e tudo mais.” Ele vai para a cama
ao meu lado e faz carinho no meu pescoço. ”Eu sempre leio as letras
miúdas.”
“Você poderia fazer um acordo se isso te fizesse feliz,” eu o acaricio de
volta. ”E nós três assinaríamos.”
“Ah, você já pensou nisso?” Seu corpo treme com riso silencioso.
“Não,” eu minto. ”A ideia só me ocorreu. E não me diga que ficaria feliz
por ela encontrar outra pessoa.”
Peguei ele nessa. Sem fala, ele me vira, me prendendo debaixo dele, e nós
lutamos até que nossos paus estejam duros.
EU ACORDO COM um choque. O som de soluços está vindo através da
parede desde o quarto de hóspedes. p***a! Eu olho para Gabe, mas ele
claramente não ouviu; ele ainda está dormindo. Eu saio da cama e vou para
Eleri.
“Oh, Deus, Luke,” ela geme quando entro no quarto e acendo a luz. ”Eu
não queria te acordar.”
“O que há de errado, querida? Você está com dor? Você se sente enjoada
de novo?”
Ela balança a cabeça, os olhos grandes e cheios de lágrimas. ”Eu sou tão
idiota. Muito i****a para viver. Como você vai confiar em mim para cuidar
dos meninos do jeito que eu me comportei?”
Sento-me na cama ao lado dela e beijo o topo de sua cabeça. Ela inclina o
rosto e eu beijo sua testa. Ela levanta o queixo e eu beijo seu pequeno nariz
fofo. Com um gemido, pressiono meus lábios nos dela e sua boca já está
aberta, recebendo minha língua. Ela inclina a cabeça para trás, seus dedos
torcendo no emaranhado do meu cabelo. p***a, ela tem um gosto delicioso...
doce e mentolado.
Uma mão segurando a parte de trás de sua cabeça, eu deslizo a outra ao
redor de seus ombros e a puxo contra mim. Não, isso está errado. Eu não
posso fazer isso sem o Gabe. As palavras soam na minha cabeça.