Capítulo 6

999 Palavras
Acordo com a cabeça doendo, sentia que um zoológico inteiro passou em cima de mim, e ainda dançou zumba em cima, tento abrir meus olhos, mais desisto ao sentir mais uma pontada na cabeça, meu Deus o que aconteceu ontem? Caramba!! Eu tenho que ir na empresa ainda hoje. Me levanto rápido da cama e me sinto tonta, volto a sentar. Só então, que observo aonde eu estou, é no quarto do Victor, mais eu não me lembro de ter chegado aqui ontem! Viro o rosto em outra direção e o vejo dormindo na poltrona ao outro lado do quarto e tenho certeza que quando ele acordar vai ter uma bela dor no pescoço. Sinto um pena dele por ele ter que dormir ali, será que foi ele quem me trouxe pra cá ontem?! Bom não importa, tenho algo mais importante a fazer. Me levanto outra vez, e na pontinha do pé saio do quarto, fechando a porta devargar para não acorda o ogro do Victor. Passo no quarto do Gui e ele não estava, talvez já tenha ido trabalhar mesmo assim entro para usar o banheiro dele, nem morta eu usaria o do Victor, vai que ele é um tarado e tenta entrar! Após tomar banho me enrolo em uma toalha do Gui e vou de novo ao quarto do Victor pegar minha roupa, ao abri a porta não o vejo mais, entro sorrateiramente no quarto e pego uma roupa e saio rápido antes dele aparecer. Ao chegar no quarto do Gui novamente me assusto ao ver o Victor deitado na cama. _ Mais que porcaria! o que você esta fazendo aqui?- perguntei assim que me recuperei do susto, o mesmo me olhava sem dizer nada e aquilo me incomodou _ Estou esperando você me agradecer!- ele disse se sentando na cama. _ Do que você está falando criatura?- respondi com outra pergunta, pois eu não havia entendido nada, ele me olhou e logo começou a rir _ Efeito colateral do álcool, bom já que não se lembra vou refrescar sua memória.- ele disse se levantando e andando em minha direção, dei dois passos para trás, segurando forte a toalha, mais ele continuou, então parei e o encarei. _ Você se lembra como chegou aqui ontem?- ele perguntou, com uma sombrancelha levantada, e aquilo foi muito sexy. _ Não, mais isso não importa, o que importa é que eu estou bem e cheguei, e por favor saia daqui eu preciso me arrumar, tenho um compromisso.- eu disse, mais ele riu novamente, e isso já esta me deixando nervosa, se ele rir mais uma vez eu enfio meu pé guela baixo na boca dele. _ É verdade.- ele disse assim que parou de rir- Sabe eu prefiro você bêbada, é mais engraçada e digamos bem mais sexy, alias obrigada!- ele disse, mais de que merda ele esta falando? O que eu fiz ontem Senhor? _ Do que você esta falando seu i****a? - perguntei, já me segurando para não dá uma voadora nele. - Você me divertiu muito ontem, talvez tenha sido uma noite bem... Reveladora.- ele disse e piscou o olho e saiu me deixando vermelha de raiva, sera que eu e ele? Não, eu estava vestida e ele também. _ SEU ABUTRE MENTIROSO!- gritei assim que ele sumiu, ele está querendo me tirar a paciência, mais não vai conseguir, o ouço grita também _TARADA!- ele grita do quarto. Argh, se eu não matar ele antes de retornar a minha casa eu tenho uma chance de ir para o céu. Termino de me arrumar, me olho no espelho, não sou mais uma criança, ele não vai mais me impedir, vou fazer o impossível para recuperar tudo que é meu. É a hora de por um ponto nessa historia Saio sem avisar ao escroto do Victor, ao chegar lá em baixo chamo um táxi, dou lhe o endereço da empresa, não demora muito e aqui estou eu em frente do que me pertence, nem Reinaldo e nem ninguém vai me empidir agora. Respiro fundo e tomo um balde de coragem para enfrenta-lo. Pelo que me lembro a sala da presidência é no último andar, então é pra lá que eu vou. Enquanto esperava o elevador chegar uma segurança me barrou _ Não pode subir sem autorização moça, isso aqui não é um shopping!- o segurança m*l encarado disse, mais que filho de uma ogra. _ Não tiro sua razão, isso aqui não é um shopping, isso é uma empresa, e se você não sabe eu sou a filha do dono.- digo, o mesmo da um sorrisinho. _ Não sabia que o Sr Reinaldo tinha uma filha, mais pra sua informação, seu pai não é o dono.- e essa foi minha vez de sorrir _ Realmente eu não sou filha daquele ser imundo, sou a filha do Dono. - digo, o mesmo me encara e percebi que ele dessa vez entendeu o que eu estou falando _ Filha do Alexandre Castro de Mello? Você é a Melissa?- ele perguntou baixinho _ Sim, sou eu.- respondi _ Ótimo, pode subir, me desculpa por barra- lá, são ordens do Sr Reinaldo, ele não deixa ninguém subir a não ser quem ele chama.- ele diz, apenas sorrir para ele, tenho que me controlar mais, não posso deixar meu ódio por ele atingir quem não tem culpa _ Tudo bem! Vou subir, ah! Não avise a ele que estou aqui, quero fazer uma supresa.- digo e o mesmo concorda, e sai mais antes ele para e se vira para mim outra vez _ Posso te pedir uma coisa?- ele perguntou _ Sim- respondi _ Tire essa empresa das mãos dele antes que ele a afunde, seu pai era um grande amigo meu e eu sei o esforços dele pra construir esse império! - ele disse, e vi sinceridade em seu olhar _ Vou fazer até o impossível para isso acontecer!- digo, e ele sorri e vai embora! O que sera que Reinaldo esta tramando!!
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