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928 Palavras

Naquela manhã de domingo, não demorou muito para Ellison atravessar a pequena distância até a casa vizinha e tocar a campainha. Ela m*l tinha levantado, mas havia escolhido a dedo o vestido leve e soltinho que balançava suavemente a cada passo. Quando a porta se abriu, Nicolas apareceu carregando o bebê conforto com uma das mãos, o outro braço firme segurando a alça. Dentro dele, Emily fazia pequenos ruídos adoráveis, como se conversasse sozinha no seu mundinho encantado. Ellison não resistiu. Agachou-se imediatamente, aproximando-se da bebê com um sorriso carinhoso no rosto. Com a ponta dos dedos, acariciou de leve a bochecha rosada de Emily, que respondeu com um sorriso puro, aberto e espontâneo. "Ela ri com facilidade para você", resmungou Nicolas, num tom que misturava ciúmes e leve

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