1840 Eram quase três da manhã, e caía uma chuva fraca do lado de fora da velha casa de fazenda. A pequena casa de dois andares se erguia no meio de todo aquele nada, sem sinal de vida ao redor. Tudo que se podia ouvir era uma leve e suave canção vinda de algum lugar dentro da casa escura. Uma lamparina foi acesa lá dentro. Uma mulher caminhava por um logo corredor com a luz estendida em frente ao rosto para poder enxergar o caminho. Sua coluna era curvada e seus cabelos desgrenhados e sem cor. As rugas ao redor dos olhos castanhos e da boca fina davam a ela o aspecto de ser mais velha do que realmente era. Ela tinha o rosto de alguém que um dia havia sido muito bela. Da sua boca saia a única coisa que se podia ouvir por ali. A voz incrivelmente doce se contrapondo ao seu aspecto horrend
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