Sem previsão de quando vamos sair desse elevador quebrado e com as pernas cansadas depois de ter corrido para acompanhar Desirré na sua corrida contra os seguranças, eu decido aceitar que meu dia foi uma m***a e me sento no chão do elevador e coloco a mão na testa. Quando foi que a minha vida começou a ficar caótica? – O que está fazendo? – Desirré pergunta. – Esperando. – Não tenho forças para lhe dar uma resposta rebuscada então respondo com o mínimo de palavras possível. – Desculpe por fazer você passar por esse tipo de coisa. Acho que você nunca precisou sentar no chão do elevador ou esperar. – Ela diz sentando-se no chão também. Nossas roupas não combinam nem um pouco com o ambiente, mas parece ser a última das nossas preocupações. – Acho que você não sabe nada sobre mim. – Digo s

