MAGIA

1041 Palavras
Vânia estava ocupada a tentar organizar os seus apontamentos depois da escola e o seu pai já havia decidido que já era a hora de ir ter com os curandeiros para poderem achar uma cura, mas isso seria feito na ausência da Belfácia a sua esposa. Era uma ideia nada boa, porem o senhor Ezildo já havia instalado na sua mente e quando isso acontecia ninguém tinha a capacidade de lhe tirar da cabeça. O homem dirigiu-se ate ao quarto da sua filha que estava bem concentrada nos seus apontamentos e exercícios que tinha que fazer em casa depois das aulas. Vânia era uma adolescente que se esforçava muito na escola para ter melhores notas e com isso ela conseguia ser um destaque. Uma das suas qualidades tinha a ver com a sua organização. – Oi, filha tenho algo muito importante para a gente tratar juntos antes que sua mãe volte de viagem. Acho que você imagina do que esteja falar sobre. Sei que esta bem ocupada fazendo o trabalho da escola, mas precisamos sair agora para fazer isso antes que seja tarde. – Claro que eu imagino do que o senhor esteja a falar, mas e se eu disser que não quero, seria um problema? – ela perguntou com a sua mão ainda segurando a sua caneta. Ezildo calou e olhou para ela como se sentisse desafiado com a sua própria filha, coisa que ele não permitia de jeito nenhum. Caminhou em silencio lentamente ate ela e disse: – Não estou te pedindo, estou te dizendo para fazer isso já. – ele disse com uma voz bem seria e um olhar que só transmitia um determinado teor de terror. – Mas, pai eu não queria fazer isso. Eu só preciso de um psicólogo para poder sair disso que me faz sofrer cada dia em cada crise. Ezildo olhou para ela com um olhar que tinha a sua própria língua, dizendo o que ela ouviria se o homem tivesse decidido falar ao invés de a olhar. – Isso não importa, eu sou seu pai e seu o que e importante para ti, enato agora eu quero que a gente vá ter uma resposta com a grande Jenny que e boa nisso. –  Bem, percebo que não tenho espaço, então o que me resta e ir. Vamos! – Vânia disse já deixando o que estava fazendo para obedecer o seu pai. – Exatamente. Te aguardo la na sala. – disse Ezildo saindo do quarto da sua filha. Logo que o seu pai saiu do seu quarto Vânia, levou o seu celular e ligou para sua mãe e contar o que estava acontecendo ali entre ela e o seu próprio pai que não se importava com o que ela falava e apenas queria se impor. – Oi, mãe pai acaba de sair do meu quarto e disse que tenho que ir com ele ate uma curandeira chamada Jenny para poder achar a cura, mas eu disse que não quero fazer isso e mesmo assim ele meio que me obrigou a ir juntamente com ele ate a casa da Jenny para fazer esses rituais estranhos para poder acabar com o meu medo que me castiga dia apos dia. – Vânia disse logo que a sua mãe atendeu e nem teve tempo de a saudar, pois estava chateado com a atitude do seu próprio pai. – Meu Deus! Nos já falamos sobre isso e ele quer fazer exatamente o que nos acordamos e assim vai dizer que eu e que estou errada. Podes lhe entregar o telefone para eu falar com ela, pois eu também não aprovo essa ideia que ele de certeza já decidiu como resultado. – Não posso, porque ele disse que quer fazer isso justamente na sua ausência. – Serio? Mas eu não vou deixar com que isso aconteça com a minha filha como... – a mãe da Vânia falava quando de repente parou de falar, assim cortando as suas palavras como se estivesse a evitar algo que não devia ser dita. – Como? Pode continuar mãe. – Vânia pediu para que a mãe continuasse com a sua fala, pois uma curiosidade germinou na sua mente para poder saber o que vinha depois daquela palavra. – Nada, minha filha, deixa pra la. – ele disse querendo desconversar e assim mesmo a sua filha deixou passar. – Esta bem. Mas o que mãe vá fazer? – Eu não vou deixar isso acontecer, então peco que faca uma maneira de lhe convencer o contrario ou a ultima alternativa será fugir dai. – Mas mãe fugir? Para onde? – Vânia colocou a curta questão num espanto quando ouviu a afirmação da sua mãe. Belfácia não sabia mais o que fazer e isso doía muito, pois estava longe e sendo assim não tinha como fazer algo pratico para ajudar a sua filha diante daquela situação nada boa. Parecia que ali estavam lutando com o ex militar que de jeito nenhum gostava de ser contrariado. Fugir era a única ideia que para a Vânia também lhe aparecia para não poder compactuar com o que o pai queria que se fizesse. Agora ela tinha uma grande chance para pela janela sair pular fora e fugir. Tinha um problema que ela tinha que enfrentar que era achar um lugar para ficar e não e não ser encontrada, no entanto não  fazia nenhuma ideia de onde seria, isso trazia uma grande desvantagem para ela que só podia fazer aquilo exatamente. Na casa estavam o senhor Ezildo, Vânia, Grizy e a empregada, Carlota que fazia as suas tarefas pela casa para em seguida descansar e assistir as suas novelas preferidas com o comando somente para ela regular da forma que desejar, coisa que não acontecia quando era, dias de jogos de futebol que tragam grande impacto  para os torcedores, neste caso Grizy e Ezildo. Quem estava perto do quarto quando Ezildo e Vânia estavam conversando Grizy acabou escutando quando estava passava para mais uma dose de droga para poder  manter a sua mente focada no que dia estar a fazer no seu quarto sozinho. Ezildo não se importava mais com o que o filho fazia, pois tentara diversas vezes lhe tirar do mundo das drogas, no entanto sempre não dava certo.
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