Capítulo 4 Um homem bonito

645 Palavras
Lamont olhou para Amelie com indiferença e então zombou. "Incrível." Então ele levou Amelie para o tribunal. Havia muito poucas pessoas lá e eles se divorciaram sem problemas. Amelie de repente soltou um longo suspiro de alívio, como se todas as queixas que ela sofreu todos esses anos tivessem desaparecido em um instante. "Lamont, hoje é uma grande oportunidade. Por que não... nos casamos?" Quando Leila soube que Lamont e Amelie estavam se divorciando naquele dia, ela os seguiu descaradamente. Leila pensou, tenho ficado na casa dos Byron por tanto tempo e, finalmente, Amelie se foi. Tenho certeza que vou ser a esposa de Lamont. Amelie não olhou para Leila nem quis saber se Leila e Lamont se casariam ou não. Depois de guardar o certificado de divórcio, Amelie se virou e saiu sem qualquer relutância. Ela ainda estava amarga e dolorida, mas sabia que tudo já deveria ter acabado. Ela deveria deixar tudo para trás, pelo bem de seu bebê e dela mesma. Lamont, que nem mesmo olhou para Amelie por cinco anos, inesperadamente olhou para as costas dela quando ela se virou para sair. Um sentimento inexplicável brotou em seu coração, e era tão estranho que o deixou irritado. "Lamont?", Leila pediu novamente com antecipação em seus olhos. Ela já tinha os documentos prontos e poderia se casar com Lamont a qualquer momento. No entanto, Lamont simplesmente deu a ela um olhar frio e saiu depois de dizer "estou ocupado". Leila ficou atordoada por um longo tempo e bateu o pé com raiva. Depois de deixar o Tribunal, Amelie pegou um táxi para o aeroporto. O céu já havia escurecido. Ela caminhou sozinha no aeroporto vazio, todo o seu corpo assustadoramente quente. Ela não tinha bebido água desde o funeral, e também fazia muito tempo desde que ela foi liberada. Além do mais, ela estava grávida. Claro, ela estava prestes a desmaiar. Amelie já não aguentava mais no centro de detenção, mas ela ainda se forçou a acertar os procedimentos de divórcio com Lamont. O avião já havia pousado no aeroporto. Ela arrastou seu corpo e caminhou em direção ao seu assento passo a passo. Depois de embarcar com grande dificuldade, Amelie desabou no assento. Seu corpo inteiro estava tão fraco e ela não tinha nenhuma força. A lembrança do que acontecera apenas algumas horas antes a enchia de frustração. Ela havia se dedicado à família Byron por cinco anos, mas ninguém confiava nela nem um pouco. Ela escondeu sua identidade e estava disposta a sofrer tantas mágoas enquanto ficava ao lado de Lamont, e ele não tinha nenhum sentimento por ela. Amelie mordeu o lábio inferior, seu coração cheio de má vontade e arrependimento, e ela caiu em um sono profundo. Quando ela acordou, o avião havia pousado suavemente em Oakland e o céu lá fora estava clareando. Ela não tinha uma única peça de bagagem com ela, e agora ela já se destacava enquanto caminhava entre outros passageiros da classe econômica com todos os tipos de malas. Quando ela saiu do avião, ela viu a carreata do lado de fora do aeroporto. Eram todos carros luxuosos. Havia Lexus, Maybach, bem como RV de edição limitada em todo o mundo. E todos eles estavam equipados com placas especiais. Embora o local do lado de fora do aeroporto já tivesse sido liberado por guarda-costas, o cortejo ainda atraía muita atenção. As pessoas discutiam, tentando adivinhar a que família pertenciam esses carros de luxo. Não havia muitas famílias ricas em Oakland, e cada uma delas poderia afetar tremendamente a economia global. A comitiva foi organizada por ordem de placas, liderada por um homem bonito. O homem estava vestido com um terno de alta ordem. O azul brilhante nele fez o céu escurecer. Amelie observou o homem caminhar em sua direção e, quando viu o rosto familiar, seus olhos não puderam deixar de ficar vermelhos.
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