Eu corri para longe dos portões do instituto batendo em algumas pessoas pelo caminho, não era tão r**m assim ficar invisível as pessoas assim você não precisava pedir desculpas, ou expkicar o motivo de estar carregando armas por aí. Eu sentia alguma coisa presa na garganta mas não sabia descrever o que era, me suficava e as vezes parecia um afogamento emocional, rápido, muito rápido. As ruas estreitas de Paris eram aconchegantes durante as manhas, os restaurantes abriam as portas e o cheiro de café e bolos inundava a calçada, eu estava com fome mas nada era saboroso o suficiente para me fazer parar a caminhada ou desviar o caminho. Algumas lágrimas escapavam de meus olhos ao lembrar a expressão que Ayden tinha me olhado hoje, dor e tristeza. Me encostei em um muro aparentemente alto dem

