Maya Albuquerque Em meio à nossa conversa leve e descontraída, o tempo parecia ter perdido sua importância. Não percebemos quando o restaurante começou a fechar; estávamos completamente imersos um no outro, envolvidos por uma atmosfera de cumplicidade e sorrisos. — Uau, o tempo voou! Já está tarde, Maya. Que tal passar a noite na minha casa? — ele sugeriu, com um sorriso caloroso que iluminou seu rosto. A ideia de passar a noite com ele despertava sentimentos profundos em mim, mas mantive a pose de quem precisa ser cuidada. — Não se preocupe, eu volto rapidinho de moto — respondi, tentando parecer casual. Mas vi o olhar de preocupação se espalhar pelo seu rosto. — Como assim? Você está louca de andar de moto a essa hora? — perguntou, genuinamente alarmado. — Especialmente sozinha! Is

