ARYA TRÊS DIAS DEPOIS, EM UM LUGAR CHINÊS NA CIDADE DE ATLANTIC Há um sentimento do qual não consigo me livrar. Desde que chegamos a Atlantic City, ele tem me seguido como uma sombra. Como se eles estivessem me perseguindo. Eu sei que não, mas o sentimento persiste mesmo assim. Olho por cima do ombro constantemente. Eu sigo caminhos estranhos sempre que preciso sair para comprar comida ou suprimentos. E se eu puder evitar, eu não saio de jeito nenhum. Esta não é uma maneira de viver. Nada disso é, realmente. Estávamos confinados em outro motel imundo. Estou sonhando com o dia em que poderemos dizer adeus a esses lugares de me*rda e partir para sempre. Em algum lugar limpo, ensolarado e europeu, onde ninguém nunca ouviu falar de mim e ninguém se importa que eu esteja fugindo. Um luga

