Estou aqui para matar o seu pai, mas isso não importa agora. Acabei de matar dois guardas. Então, a menos que eu queira que todo o departamento de segurança do cassino me ataque, terei que matar Ennio também. Ele é inocente. Ou, pelo menos, ele não é culpado de não ser o seu pai. Ele não é meu alvo, mas isso não importa. O menino tem que morrer. Meu aperto na arma é forte e minha palma está começando a doer. Eu ajusto isso. Só um pequeno movimento, mas Ennio parece que vai se mijar. Ele é um covarde. Mas isso ainda não significa que ele mereça morrer. Respiro fundo. — Onde está o teu pai? Ennio aperta os lábios com mais força até eles começarem a ficar brancos. Sua tentativa de ser corajoso, suponho. Dou um passo à frente, a arma apontada para sua testa. — Ennio, me escute muito be

