L U Í S A Eu estava magoada com tudo o que eu já ouvi, a minha mãe, a minha amiga, e o meu marido, amor da minha vida. Vi todas aquelas mulheres na sala de espera, a maioria esperando por um resultado exato, ou pela tentativa de sucesso. Algumas ao lado de seus maridos, namorados, companheiros. Outras, sozinhas, ou com outro parente em si. Alana chorou no carrinho e eu a peguei verificando o celular e como previsto, já havia se passado hora de seu alimento. Luísa: Aí filha, não morde a mamãe! - falei no automático. Uma mulher ao meu lado me encarou estranho, vi o nome em seu pequeno papel. Karol, loira de salão, toda bonita e com roupas com certeza nada apropriada para ir ao médico, mas, quem sou eu para julgar? Karol: Eu não tenho nada contra crianças. - ela falou. Luísa: Tu

