L U Í S A Entrei no sala da médica que já havia me chamado enquanto Caio segurava em minha mão e tremia que nem vara verde. Era engraçado vê-lo assim, já que ele sempre foi muito elevado ao ponto de quase nunca ficar nervoso, nem mesmo quando está na mira de armas. Enfermeira: Olha, a doutora teve um problema com outra paciente e teve que ir socorrer ela. Mas eu sou ajudante dela, profissional e sei também verificar esse tipo de ultra. - ela falou. Luísa: Que bom, pois estamos confiando em você. - falei sorrindo. Ela começou a passar o gel em minha barriga que já estava bem marcada mostrando que ali, já tinha um morador ou uma moradora. Andamos até conversando sobre ser um menino ou ser uma menina. Enfermeira: Vocês tem preferência? - ela perguntou. Luísa: Não, nenhuma. - falei. Ca

