O preço da noite

1705 Palavras
O quarto do motel ainda cheirava a sexo, um misto pesado de suor, p***a e aquele perfume barato de motel que tentava mascarar o que acontecia entre aquelas paredes. Eu, Nick, tava deitada na cama da hidro, o colchão macio afundando sob meu peso, o corpo quente do Léo colado no meu enquanto ele respirava fundo, quase dormindo. A luz vermelha do neon lá fora piscava pela cortina m*l fechada, jogando sombras no teto, e eu sentia o coração batendo rápido, como se ainda estivesse correndo atrás do t***o que a gente tinha acabado de liberar. O escravo tava ali, algemado de novo ao pé da cama, o p*u mole agora, mas os olhos abertos, me encarando em silêncio. Era um olhar que misturava vergonha, desejo e algo que eu não conseguia nomear — talvez medo, talvez curiosidade. Eu me mexi, o lençol roçando meus p****s sensíveis, e apoiei o queixo no peito do Léo, olhando pra ele. O rosto dele, relaxado depois de gozar duas vezes, tinha aquele ar de satisfação que me dava vontade de morder. Meu marido, meu macho, o filho da p**a que me arrastava pras profundezas da minha própria p*****a e me fazia amar cada segundo disso. Ele abriu os olhos devagar, sentindo meu olhar, e um sorriso sacana brotou nos lábios dele. — O que foi, minha v***a? — perguntou, a voz rouca de sono e t***o residual, a mão subindo pra apertar minha b***a com força. — Tá com fome ainda? Eu ri, um som baixo e provocador, e me esfreguei nele, sentindo o p*u dele dar sinais de vida de novo contra minha coxa. — Sempre, seu cachorro — respondi, mordendo o lábio enquanto deslizava a mão pelo peito dele, os dedos traçando os músculos firmes. — Mas eu tava pensando… o que a gente faz com ele agora? — Apontei com o queixo pro escravo, que desviou o olhar rapidinho, como se tivesse sido pego no flagra. Léo virou a cabeça devagar, encarando o cara algemado, e o sorriso dele ficou mais largo, mais perigoso. — Ele? — disse, sentando na cama e me puxando junto, me deixando deitada de bruços no colo dele. — Ele vai aprender o preço de estar aqui. Não acha que a noite terminou, acha, Nick? Eu senti um arrepio subir pela espinha, o tom dele carregado de promessas que eu sabia que iam me f***r — literal e figurativamente. Levantei o rosto, encarando-o com aquele olhar de quem já tava dentro do jogo. — E qual é o preço, hein? — perguntei, a voz saindo mais rouca do que eu esperava, o t***o voltando com tudo enquanto eu imaginava o que ele tinha em mente. — Você vai ver — ele respondeu, me dando um tapa forte na b***a que ecoou no quarto. O ardor me fez gemer, e eu me contorci no colo dele, a b****a já escorrendo de novo só com a ideia do que vinha por aí. Ele se levantou, me jogando de volta na cama como se eu fosse um brinquedo leve, e foi até a mesinha do canto, onde tinha deixado a chave das algemas. O escravo ficou tenso, o corpo dele se retesando enquanto Léo se aproximava, o p*u meia-bomba balançando entre as pernas como uma ameaça silenciosa. — Levanta, seu merda — Léo ordenou, soltando as algemas com um clique seco. O cara obedeceu, os pulsos vermelhos das marcas do metal, e ficou de pé, nu e vulnerável, esperando o próximo comando. — Você achou que só ia olhar, né? Achou que ia sair daqui sem pagar o preço de ver minha mulher sendo fodida como a p**a que ela é? O escravo engoliu em seco, os olhos pulando de mim pra ele, e balbuciou: — Eu… eu não sei o que você quer, senhor. — Não sabe? — Léo riu, um som grave e c***l que me fez arrepiar inteira. Ele pegou o cara pelo pescoço, não com força suficiente pra machucar, mas o bastante pra mostrar quem mandava, e o empurrou contra a parede espelhada. — Então eu vou te mostrar. Eu me sentei na cama, o lençol caindo e deixando meus p****s à mostra, assistindo a cena com o coração na garganta. Léo era um animal quando queria, e eu amava isso — amava o jeito que ele tomava o controle, que me fazia sentir pequena e poderosa ao mesmo tempo. Ele virou pra mim, os olhos brilhando de t***o, e disse: — Nick, vem cá. Tua vez de brincar com ele. Eu levantei devagar, o corpo ainda quente e dolorido do sexo anterior, mas pulsando de excitação. Caminhei até os dois, o chão gelado do motel arrepiando meus pés descalços, e parei na frente do escravo. Ele era mais alto que eu, mas parecia pequeno ali, encostado no espelho, o p*u começando a endurecer de novo só de me ver tão perto. — O que eu faço com ele? — perguntei pro Léo, a voz doce mas carregada de malícia, enquanto passava as unhas de leve pelo peito do cara, sentindo ele tremer sob meu toque. — Faz ele te servir — Léo respondeu, cruzando os braços e se encostando na cama pra assistir. — Ele gozou olhando você, agora vai te dar prazer sem tocar no p*u dele. Se ele gozar de novo sem permissão, eu fodo o cu dele enquanto você assiste. O escravo arregalou os olhos, o pânico misturado com um t***o doentio estampado na cara dele. Eu ri, adorando a ideia, e me virei pra ele, pegando o queixo dele com força. — Tá ouvindo, seu inútil? — disse, os olhos cravados nos dele. — Você vai me chupar até eu gozar na tua boca, e se ousar gozar antes de mim, meu marido vai te arrombar. Entendeu? — S-sim, senhora — ele gaguejou, a voz trêmula, o p*u dele já duro só com a ameaça. Eu me afastei um passo, subindo na cama e me deitando de costas, as pernas abertas, a b****a exposta e molhada pra ele. Bati na coxa, chamando ele como se fosse um cachorro. — Vem, anda logo. Me lambe, seu merda. Ele caiu de joelhos na frente da cama, as mãos hesitantes subindo pelas minhas coxas enquanto se aproximava. Eu sentia o calor do hálito dele antes mesmo da língua tocar, e quando elefinally lambeu, um choque subiu pelo meu corpo. Era tímido no começo, umas lambidas leves que m*l roçavam meu c******s, e eu perdi a paciência. — c*****o, lambe direito! — gritei, agarrando o cabelo dele e puxando a cabeça contra minha b****a com força. — Me chupa como homem, p***a! Ele obedeceu, a língua dele mergulhando em mim, lambendo com vontade, chupando meu c******s enquanto eu rebolava na cara dele. O prazer vinha em ondas, meu corpo tremendo enquanto eu gemia alto, os sons ecoando no quarto. Léo assistia tudo, o p*u duro de novo, uma mão esfregando ele devagar enquanto me via ser devorada. — Isso, sua p**a, goza na boca dele — Léo disse, a voz grave me empurrando pro limite. — Mostra pra esse merda como é uma mulher de verdade gozando. Eu tava quase lá, o calor subindo do ventre, as pernas apertando a cabeça do escravo enquanto ele chupava com desespero. Mas então ele gemeu, um som abafado contra minha b****a, e eu senti o corpo dele tremer. Olhei pra baixo e vi — o filho da p**a gozou no chão, o p*u pingando sem nem ser tocado, só de me chupar. — c*****o, seu inútil! — berrei, empurrando ele pra trás com o pé enquanto o orgasmo me atingia, a b****a pulsando e esguichando na cara dele. Eu gozei forte, o corpo convulsionando, mas a raiva misturada com o prazer só me deixou mais louca. Léo levantou da cama num pulo, o p*u duro balançando enquanto ele ria alto. — Você é um merda mesmo, hein? — disse, agarrando o escravo pelo braço e jogando ele de bruços na cama, bem do meu lado. — Nick, segura as mãos dele. Ele vai pagar por isso. Eu obedeci, ainda ofegante do g**o, pegando os pulsos do cara e segurando firme contra o colchão. Ele tremia, o rosto vermelho de vergonha, mas o p*u dele ainda tava meia-bomba, como se o t***o não tivesse limite. Léo cuspiu na mão, esfregando no p*u, e se posicionou atrás dele. — Relaxa, seu viado — Léo grunhiu, forçando a entrada sem aviso. O escravo gritou, o som rasgando o quarto, enquanto Léo metia com força, o corpo dele batendo contra o do cara sem piedade. Eu assistia, o coração disparado, a b****a pulsando de novo só de ver meu marido dominando ele daquele jeito. Era brutal, era errado, e eu amava cada segundo. O escravo gemia, metade dor, metade prazer, enquanto Léo fodia ele com estocadas fundas e rápidas. — Tá gostando, sua p**a? — Léo perguntou pra mim, os olhos cravados nos meus enquanto fodia o cara. — c*****o, sim — respondi, soltando as mãos do escravo e me tocando, os dedos esfregando meu c******s enquanto assistia. — Fode ele, Léo. Arromba esse cu pra ele aprender. E ele fodeu. O som dos corpos se chocando, os gemidos do escravo, os grunhidos do Léo — tudo se misturava num caos que me levou ao limite de novo. Eu gozei pela segunda vez, os dedos encharcados, enquanto Léo esguichava no cu do cara, marcando ele como tinha me marcado antes. Quando terminou, Léo caiu na cama do meu lado, ofegante, e o escravo ficou ali, de bruços, o corpo tremendo, a p***a escorrendo pelas coxas dele. Eu me deitei entre os dois, o peito subindo e descendo rápido, e ri, um som rouco e satisfeito. — p***a, Léo, a gente é f**a — murmurei, virando pra ele e beijando a boca dele com força. — Sempre fomos, minha v***a — ele respondeu, me puxando pra cima dele enquanto o escravo ficava ali, quieto, destruído e usado. A noite ainda não tinha acabado, mas eu sabia que o preço daquela loucura ia ficar marcado em todos nós. E eu m*l podia esperar pra ver o que mais a gente ia inventar antes de sair daquele motel.
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