Capítulo 30

917 Palavras

Capítulo 30 MILENA NARRANDO Já devia ser quase meia-noite quando me dei conta do tempo. O papo tava tão bom, o riso fluía fácil, e as cervejas já tinham perdido a conta. Rodrigo jogou o corpo pra trás na cadeira de plástico e sorriu torto. — Quer mais uma? — Melhor não — falei, colocando a mão na testa. — Se eu tomar mais uma, nem sei se volto pra casa em pé. — Quer que eu te leve? Tô de carro. Estacionei ali na rua de trás. Pensei por um segundo. Sair andando do barzona essa hora não era a melhor ideia. E eu já tava meio zonza mesmo. — Pode ser. Valeu, de verdade. Nos despedimos do Carlos com um abraço apertado e fomos andando até o carro dele. Um gol preto, antigo, mas bem cuidado. Entrei no banco do carona e ele ligou o som, colocando um pagodinho baixinho só pra quebrar o silê

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