Capítulo 177 MILENA NARRANDO Fiquei na cozinha esperando o Junin aparecer e nada até que eu vou para sala e grito: — Já pode entrar, Junin! Tô desarmada hoje. Ele apareceu na porta da sala todo espalhafatoso, com uma flor na mão e um olhar dramático de novela mexicana. — Mileninha… se eu morrer de amor, é TU que vai assinar meu atestado de óbito! Revirei os olhos, mas já ri. Com ele é impossível ficar séria por muito tempo. — Que drama é esse agora, meu Deus? — É a Silvana, ué! A doutora! A mulher que curou minha alma só com um toque de bisturi! — ele botou a mão no peito e fingiu desmaiar no sofá. — Eu tô apaixonado, Milena. Viciado. Doente de desejo. E você aí… fingindo que não vê! — Junin, pelo amor de Deus… — Eu tô morrendo! MORRENDO! E quando eu morrer, eu quero que no meu

