Na manhã seguinte, havia acordado indisposta, meu corpo ainda estava exausto por tudo o que tinha acontecido ontem. Levantei-me sonolenta calçando os meus chinelos, peguei uma toalha e segui para o chuveiro. Assim que terminei, vesti as minhas roupas e me retirei do banheiro, saindo do quarto e seguindo para a cozinha. — Bom dia — cumprimentou Lúcia tomando um gole de seu café. — Bom dia, onde está o Eli? — Ainda está no quarto, acho que ele deve estar de folga. — Estranho, vou ir ver ele. Ao abrir a porta do quarto de Eli, me aproximei dele e o chamei, sentando-me em sua cama ao seu lado. — Eli, está acordado? — O que foi? — perguntou com a voz abafada, enquanto ele continuava deitado de bruços, com o rosto no travesseiro. — Você não vai trabalhar? — Não, estou de folga!

