Na manhã seguinte, acordei com o som do meu celular tocando, o peguei da cômoda e o atendi. — Alô? — perguntei sonolenta. — É a Louise, filha do Adán? — Isso, aconteceu algo? — Não, mas eu sou a médica e liguei para lhe avisar que seu pai deu uma melhorada, se quiser vir aqui para nós conversarmos, seria melhor. — Claro, já estou indo. — Tudo bem, ficarei no aguarde, obrigada. Desliguei a chamada e me levantei, peguei um conjunto de roupas simples e as vesti, calçando meu tênis em seguida. Me retirei do quarto e chamei Eli para levantar. Assim que meu irmão já estava pronto, saímos do prédio e pegamos um táxi, seguindo em direção ao hospital. Ao chegarmos, descemos do carro e entramos, caminhando até o quarto do meu pai. — Bom dia — cumprimentei a médica entrando no quarto.

