Chegamos em casa e já era tarde da noite, Carlos desceu para me ajudar a levar Miguel para o quarto dele, que já estava dormindo. — Foi o Cris. Ele pronunciou, eu o olhei fixamente. — O que você está dizendo? Questionei. — Não queria dizer nada na frente da criança, mas reconheci o carro, aquele carro que o meu pai deu de presente para o Cristhofer no ano passado pelo aniversário dele e é edição limitada, foi exportado da Europa. — Não pode ser. Exclamei enquanto entrávamos na casa. Fomos para o quarto do pequeno e deitei-o na cama dele, a Mía já dormia. Quando Carlos e eu saímos do quarto, ficamos parados um em frente ao outro, olhando fixamente um para o outro. — Já chega, vou expulsar o Cristhofer de casa agora mesmo, o que ele fez hoje foi gravíssimo e não vou mais tolerar as suas

