Capítulo 6

1700 Palavras
- Em quantos a senhora, e a senhorita, vão à procura do vestido, irei levar os meninos para darmos uma volta pelo ducado. - Richard avisa, em quanto toma o resto da sua bebida na xícara, logo após ter colocado seu último pedaço de pão na boca. - Quem sabe o meu filho mais velho encontre uma esposa, e no final da temporada, assim possamos viajar para uma segunda noite de núpcias, sem nem uma preocupação. - Podemos ir para Itália desta vez. - A duquesa fala sorrindo para o marido, mostrando claramente que está satisfeita com a ideia de fazerem uma nova viagem, sem os filhos. - Será ótimo termos um tempo somente para nós, e andarmos pelas belas ruas, como casais sem preocupação, igual na época em que você estava me cortejando, senhor meu marido. - Acredito que durante a nossa viagem para a Itália, não sairemos do quarto. -O duque levantou uma sobrancelha, olhando para sua esposa, sugestivamente. Nessa época, as mulheres não sabem o tipo de i********e, que acontece com um homem e uma mulher, entre quatro paredes. E eu realmente, queria não ter entendido essa sugestão dele. Ler sobre isso é uma coisa, mais saber que pessoas próximas, tem esse tipo de i********e, é estranho, ainda mais agora, que eles são meus pais. - Vocês estão dando informação de mais. - Patrick fez careta,e balançou o corpo, como se estivesse a sentir arrepios passar por ele. - Como pode, depois de tanto tempo junto, vocês ainda agem assim? - Brian pergunta, também fazendo careta. - É tão estranho saber sobre a vida amorosa dos nossos pais. Eu quero muito concorda com eles, mais ninguém aqui, pode fazer ideia de que eu sei o que eles estão falando. Tenho que manter a imagem de garota, mentalmente pura. - Quando você encontra uma esposa, e chegar ao ponto de ama-la, como nós amamos, vocês iram entender o que sentimos. - Sarah pegou a mão do Richard, por cima da mesa, e a apertou de uma forma carinhosa. - Nem tão cedo, tenho muito o que viver ainda, atende de amarrar-me ha alguém. - Brian bateu na madeira, em uma forma de repreender o que a minha mãe disse. - Eu quero netos em quanto ainda estou nova. - Sarah o lembrou. - Quero ter os meus netos, em quanto ainda posso brincar com eles. - Antes de me casar, Patrick tem que encontrar uma esposa primeiro. - Brian, apontou para o irmão mais velho. - Essas são as normas, ainda mais ele, que vai ser o próximo duque. - Ela está a cobrar isso de você, pare de jogar os seus problemas, para cima de mim. - Patrick reclamou. - Estou cobrando isso dos dois. - Sarah falou, e logo olhou para mim. - Na verdade, isso é para os três. - Idiotas. - Reclamei para eles, quando notou que também sobrou para mim. Logo após termos terminado nosso café da manhã, e vermos de camarote, o amor do duque e da duquesa, e ouvindo sobre ter netos e filhos, os meninos saíram com o Richard...melhor dizer, os meus irmãos saíram com o nosso pai, e nossa mãe, subiu comigo para o quarto, para achar um vestido adequado, para hoje a noite. Ao entrar no meu mais novo, e definitivo quarto, dei de cara com a minha cama cheia de vestidos, assim como o pequeno sofá, e a cadeira da penteadeira. - Esses são os vestidos, que nunca foram usados? - Sarah, perguntou para Lili. - São sim. - Lili a respondeu, e logo em seguida, apontou para o sofá. - E aqueles, são os que ea senhorita Emma, usou uma única vez, quando toda a família foi viajar para Londres. "Que viagem? No livro não fala sobre viagem. Será que já está a acontecer mudanças na história?" - Vamos ver as opções dos que ainda não foram usados, e qualquer coisa, olhamos o que já foi usado.- Sarah... a minha mãe, falou, já pegando um dos vestidos, que está em cima da cama. - O que você acha deste? - Ele é lindo, mais essa cor vermelha, vai chamar muita atenção. -Descartei a ideia de usar esse vestido. A última coisa que quero agora, e chamar a atenção, ainda mais por causa do vestido vermelho, que grita puro luxo. - Querida, mais essa é a intenção dos bailes, na época de temporada. - Minha mãe se aproximou de mim, e colocou o vestido de frente para o meu corpo, para ver como ele ficaria no meu corpo. - Sem contar, que vermelho, destaca com o seu cabelo, seus lábios avermelhado, e sua bochecha. E se fazer um penteado alto, o detalhe nas costas, fica a mostra, e seu pescoço ficaria a mostra, com o colar de rubi, que seu pai te deu. Sarah já começou a imaginar todo o meu figurino para essa noite. - Falando em cabelo. - Coloquei um dos vestidos de lado, e me sentei na cama, ainda estando de frente para minha mãe. - Você não acha estranho, eu ser a única da família a ter cabelo ruivo? - Querida, você não é a única da família. - Ela colocou o vestido de volta na cama, e pegou outro. - Minha mãe, sua avó, também tem o cabelo igual ao seu, a família da minha mãe, são escoceses, achei que já soubesse disso. "Personagem nova? Em nem um momento do livro, existiu uma avó. Parece quem com a minha vida, uma parte da família nunca dita antes, acabou de ganhar vida, e por não serem citados, tiveram que dizer que são da Escócia." - Por um acaso, a vovó está viva? - Eu sei que não deveria perguntar isso, mais quero saber como essa personagem surgi-o do nada. - Que pergunta Emma. - Ela franzir o cenho, deixando mais um vestido em cima da cama.- Claro que está viva, fomos para Londres ,fazermos uma visita a ela. "Agora faz sentido, a viagem que nunca esteve no livro. Fomos visitar uma personagem que não existia." - Vai ser esse vestido. - Mudei de assunto rapidamente, pegando o vestido que eu tinha colocado de lado, durante a nossa conversa. - Você não acha essa cor, muito apagado? - Sarah me pergunta, ao pegá-lo na mão. - O vermelho ainda é uma boa opção, ainda mais sendo um baile no castelo. - Não, ele é um azul bem claro, o que transmite um ar de pureza. - Dei de ombro. - E não é como se todos fossem presta atenção em mim, tendo a família real, para eles puxar o saco. - Emma! - Minha mãe me reprendeu, por causa do meu vocabulário. - Tudo bem, mais quais vão ser os acessórios, que combine com esse vestido? " Acessorios? Ainda tem isso? Vou sair daqui, igual uma árvore de Natal" - Perguntei mentalmente, já não aguentando mais essa coisa toda de delicadeza feminina. Não que eu uma moleca, mais da onde eu vim, eu só tinha um pequeno brinco, para o furo da minha orelha não se fechar. Também tinha a pulseira de quando fui deixada no orfanato, mais depois de um tempo, ela não me serviu mais, e acabou a virar um enfeite, que me encontrava disposta a vender. - Ela pode usar o colar de pérolas, com o pingente de cristal. - Lili começou a mexer nas coisas, atrás do que ela tinha falado. - Usar a luva curta, que combina com o vestido, e os brincos de diamante, que a senhora deu de presente ano passado. - Ótimas escolhas. - Minha mãe pegou as coisas, que a Lili entregou para ela. - Então está tudo resolvido, e o cabelo, vocês escolhem o que vai ser feito. [°°°] Passei a resto da tarde na biblioteca, lendo livros, e de vez em quando, pensando o que irei fazer para mudar o meu futuro. Antes eu chorava ao ler sobre esse livro, mais agora eu sei que lágrimas não ser o suficiente para me salvar do futuro que está escrito em cada pagina. Quando o sol começou a se por, tomei banho, e vesti o vestido escolhido de manhã. O vestido é da cor azul bebê, na área do b***o, o espartilho é liso, e com detalhes de renda, formando leves babados, ele é de alcinha, mas a renda, da um babado, que o deixa como se fosse vestido ombro a ombro. Colocado até a cintura, e logo para baixo, ele é longo e volumoso, o primeiro tecido, e totalmente liso, igual ao do corpete, já o segundo é todo rendado e com brilhos. A luva que estou a usar, o seu comprimento vai até o meu pulso, onde tem um pequeno laço dando um charme, para a luva rendada, da mesma tonalidade que o vestido. Com a ajuda da Lili, o colar já se encontra no meu pescoço, e os brincos, só irei colocar, quando Lili, terminar de arrumar o meu cabelo. - Quero eles soltos. - Olhei para ela, através do espelho. - Da última vez que o deixamos para o alto, fiquei com a minha cabeça, doendo, e dolorida, tanto pelo peso, quanto pelo aperto. - Mais você sabe, que não é boa para uma mulher ser vista com cabelo solto, sem lugares públicos. - Ela falou passando a escova nos meus cabelos. - Isso é besteira, uma mulher pode sair como quiser. - Dei de ombro. - Deixa eu arrumar o meu cabelo. Peguei a escova, e comecei a pentear o meu cabelo para os lados, deixando ele dividido ao meio. Deixei umas mexas de cada lado do meu ombro, e o resto, soltos jogados para trás. - Estou pronta. - Falei após colocar os brincos. - Você não pode sair assim! - Lili falou estupefata. - Claro que posso. - Me levantei da cadeira, e andei até a porta. - Veja e aprenda. Sempre achei ridículo, uma mulher não poder usar o seu cabelo solto livremente. Essa ideia de usar os cabelos soltos só na frente do marido, ou da família, foi bem estúpida, e já que estou aqui para fazer mudanças, vamos começar pelos cabelos.
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