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1079 Palavras

Luara Tudo que eu fiz por ele tá entalado na minha garganta, como um grito preso, sufocante. E então escapa — um soluço doido, colapsado, rasgado. Um som que não parece meu, mas que vem de dentro, do fundo, de onde a dor mora... Marlon — p***a, Luara. Não faz isso, mano. Não chora assim que tu me fode, mano... Não é isso que eu penso, pô! Eu disse no início quando eu ainda não sentia nada por tu, mano... _ Ele diz atordoado, vindo na minha direção e antes que ele se aproxime, eu pego o outro copo de vidro e taco na sua direção. Ele desvia por um segundo de acertar na sua cabeça. — Não chega perto de mim, seu maldito! Eu te odeio, Marlon. Você merece sofrer o dobro que você fez comigo. O chifre que a Telma te deu foi pouco... — Você deveria carregar na cabeça um chifre de cervo. O maior

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