Luara Chegando em casa, eu desço da moto e ajudo ela a descer também. Pegando no seu braço, noto sua magreza. Meu coração dói e sinto meu peito apertado. — Você quer comer alguma coisa, Maria? A tia faz pra você? _ Ela abaixa a cabeça e eu olho para o Marlon, olhando sério pra ela. — Você não precisa ficar com medo. Tá bom? Seu pai parece um montro, mas ele é bonzinho… _ Digo tentando amenizar a situação e o i****a bate na minha cabeça. Marlon — Si liga, pô! Eu vou te mostrar o monstro… _ Diz marrento e eu dou um tapa nele também. Maria nos olha curiosa, ainda retraída. — Viu como ele é um i****a? Quem consegue ter medo de um vacilão desse? _ Marlon aperta os olhos pra mim me fazendo rir. Marlon — Eu não vou falar nada pra tu não, maluca. Eu vou ter que fazer uma ligação agora.

