JASMINE
Vim pra casa já era de tarde deixei a Lu fica lá na casa da minha tia depois dela insistir muito, por mim trazia minha cria comigo sou muito protetora, ao ponto de ir conferir se ela está respirando a noite. Eu estava com a cabeça doendo pra caramba nunca mais eu bebo papo reto, apesar de ter bebido mais cedo. Matias já tinha me ligado umas mil vezes querendo me ver e eu só me esquivando, até gosto de ficar com ele foi uma pessoa incrível pra mim me ajudou demais, porém ele é muito grudendo e isso tem horas que incomoda, eu gosto de curtir aproveitar ir ao morro na hora que eu quiser mais ele fica no meu pé falando que eu não devia ficar indo pra lá e isso me irrita, ele não entendi que a minha família está lá os meu amigos.
Eu tinha acabado de tomar um banho e ia me jogar no sofá quando alguém bateu na porta, só podia ser o Matias porque o porteiro não avisou nem nada, me surpreende quando eu vi que era o Lucas por essa eu não esperava.
— O quê você está fazendo aqui? aconteceu alguma coisa? A Luísa está bem?
perguntei preocupada e ele ficou me encarando calada, sem falar nada ele entrou me puxou pela cintura grudando nossos corpos e me beijou, confesso que estava com saudades desse beijo do toque dele do cheiro de tudo. Ele me tinha numa facilidade que eu acho que nem ele se dava conta disso do quanto eu era totalmente dele.
O clima esquentou e ele parou de me beijar já estava preparada pra vê-lo ir embora mais uma vez, só que diferente da outra vez dessa ele não foi ao contrário voltou a me beijar com ainda mais vontade, nosso beijo era uma mistura de sentimentos o desejo estava me consumindo eu já estava completamente molhada.
— colé, vamo pro teu quarto pô.
falou com um sorriso sacana e aquela voz rouca que me deixa totalmente arrepiada e eu assenti.
Eu gostava de provocar ele em todos os sentindos, desde que cheguei tenho provocado ele, tanto com malícia, quanto na marra, ele fica putinho, mas é só fazer um carinho que baixa a bola.
Assim que entramos no quarto, tipo, m*l pisei no quarto, ele já veio atacando minha boca, com um beijo sensacional, nossas línguas brincavam uma com a outra, pareciam estar em guerra, mas estava uma coisa tão gostosa! o beijo tinha aquele gosto de saudades.
Ajudei ele a tirar a camisa e junto com o boné que ele usava e joguei no chão do quarto, na mesma hora ele me empurrou na cama e eu cai sentada. Olhei pra pra maliciosa e ele deu um tapinha no meu rosto.
Olhei pra ele e vi seus olhos escuros de t***o, a piroca dele já estava bem marcada na bermuda de pano que ele usava, mordi o lábio inferior e abaixei a bermuda junto com sua cueca, e vi aquela piroca duríssima, senti até a minha boca salivar. Saudades disso na moral.
— Filha da p**a safada
ele me xingou com a voz rouca e eu sorri era nítido que ele estava com raiva por estar ali mais ao mesmo ele estava feliz, eu nem pensei no depois pra mim só importa o aqui e agora.
Subi meu olhar pra ter um contato visual e dei um sorriso de lado, peguei na p**a dele com uma mão e fui batendo uma pra ele, que começou a soltar uns gemidos roucos, eu fazia rápido e depois ia bem devagar, só dava pra escutar os suspiros dele.
E foi quando ele segurou meu cabelo em um r**o de cavalo e puxou com força pra trás fazendo minha cabeça ir junto.
— chupa gostoso vai cachorra
pediu em um sussurro olhando nos meus olhos.
Nem falei e nem esperei ele falar nada, e caí de boca naquela piroca, chupei bem gostoso mesmo, sem nenhuma frescura, o que não dava na minha boca eu punhetava, até garganta profunda eu fiz, tava fazendo a tarefinha de casa direitinho, eu já tava doida pra dar pra ele queria senti-lo dentro de mim mais uma vez.
— Isso c*****o, chupa gostoso vai sua filha da p**a.
Ele segurou firme no meu cabelo.
— Tira a mãozinha tira.
tirei a mão que eu tava punhetando e ele fudeu minha boquinha, deixando seu p*u bem babado.
— vira gostosa, fica de quatro pra mim delicia bem empinadinha vai .
pediu e eu senti um tapa na minha b***a.
Coloquei meus dois braços pra frente esticados, abaixei um pouco minha cabeça ficando bem empinadinha pra ele.
Senti ele pincelar a piroca na minha entrada, botava e tirava a cabecinha, e aquilo já estava me deixando doida, minha x**a piscava mesmo.
— mete essa p***a logo vai para de maltratar.
minha fala saiu em forma de gemido e bem manhosa.
Foi só eu pedir que já senti aquela coisa enorme dentro de mim, me fazendo morder o lábio inferior e gemer bem gostoso.
— Isso, mete filho da p**a, me fode vai.
gemi quando senti ele aumentar a velocidade das estocadas.
— é assim que tu quer? cachorra
deu um tapa estalado na minha b***a e puxou meu cabelo colando a boca bem pertinho do meu ouvido.
— uhuum.
minha fala saiu em forma de gemido novamente.
- é assim que eu quero me fode bem gostoso vai amor
— então toma, toma piroca, cachorra.
falou aumentando ainda mais a velocidade e dando vários tapas na minha b***a.
— Senta pra mim, filha da p**a!
falou dando um tapa na minha cara e eu sorri maldosa.
Fui sentando devagar, subindo e descendo lentamente na maior pirraça por um bom tempo mesmo, até que ele apertou meu pescoço e eu comecei a sentar firme!
Quando eu comecei a sentar de costas olhando pra ele de lado, sem mais nem menos ele me puxou pelos cabelos e passou o braço em volta do meu pescoço me enforcando maneirinho.
....
— isso, senta c*****o.
soltou um gemido baixo e segurou na minha cintura me incentivando a sentar mais.
Rebolei bem lentamente, e depois voltei a sentar até minhas pernas não aguentarem mais.
— agora mete gostoso vai.
falei no ouvido dele deixando ele todo arrepiado e assim ele fez.
- isso, ain, mete vai.
falei gemendo enquanto ele distribuia tapas pela minha b***a.
— Gostosa pra c*****o.
Eu gozei primeiro, e ele em seguida, ficamos abraçados apenas sentindo um ao outro por um tempo até até se levantar sem falar nada e ir pro banheiro, ele passou um tempo lá e depois saiu se secando e vestiu a roupa com certeza pra ir embora.
— Agora é o momento que você vai falar que foi um erro e vai embora?
— Não é isso, p***a foi bom pra c*****o mais você sabe que não vai passar disso, eu não consigo mais confiar em você e eu tô com ela não vou fazer isso com ela mais uma vez
— Não precisa falar mais nada, você pode só vestir sua roupa e ir embora logo por favor
Ele não falou mais nada apenas terminou de vestir a roupa e saiu batendo a porta.