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2381 Palavras

Daniel. Não vou aguentar o Vicente zoando a minha cara. Agora além do nariz quebrado estou com um lado do rosto machucado. Um presentinho que o meu pai me deu por ser um calhorda, mas é a expressão de desapontamento no rosto de minha mãe que não sai da minha cabeça. Quando contei ao meu pai o que havia falado para Ema, ele acertou um soco em meu rosto e minha mãe chorou. “Nunca mais ouse questionar o amor que sinto por sua mãe, moleque insolente. Você pode duvidar de tudo, menos do amor que tenho por minha família”. Me senti um lixo por duvidar do que o velho sente por minha mãe, mas eu ainda não consigo entender esse amor que ele tem por Ema. Ninguém ama alguém sem receber nada em troca. Olho para meu reflexo no espelho e ainda não acredito que topei sair com o i****a do Vicente

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