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3499 Palavras

Daniel Ela está desconfortável. Percebo pela rigidez de seus braços roliços em volta da minha cintura. — Pode ir mais devagar, por favor? — Ela pede. Mesmo com medo, Ema é educada. Eu acelero e ela se agarra ainda mais no meu corpo. — Não tem graça! — ela resmunga contra minha costa. — Calma bolachinha, apenas curta a adrenalina. — peço em provocação. — Ai! — falo ao sentir um beliscão na minha barriga. — NÃO ME CHAMA ASSIM. — grita furiosa. Ela não gosta mesmo do apelido que dona Emília deu à ela. — Diminui a velocidade senão você vai nos matar. — Ema pede apavorada. Eu acelero ainda mais para o desespero dela e só diminuo a velocidade quando chego perto ao prédio onde moro. Não demoro a estacionar. — Ema, já pode descer. — falo ao perceber que ela não se mexe. Per

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