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2147 Palavras

Daniel — Pai! — exclamei ao vê-lo ao lado de minha mãe. — O quê... — Calado! — Ele me interrompe. Obedeço. Papai se aproxima de Ema que está de cabeça baixa, envergonhada. — Levanta a cabeça. — Ordena e a garota obedece. — Eu sinto muito. — Ela sussurra sem levantar a cabeça. — Não querida, quem sente sou eu. Estou sentido uma grande decepção. Esperava isso dele... — meu pai aponta o dedo em minha direção —, as de você? Não. — ele fala decepcionado. — Vá se recompor. Minha vida vá com ela. — Pede a mamãe. Dona Daniela segue Ema para fora da sala. Assim que elas somem de vista, o velho se volta para mim, furioso. — Está usando a Ema para vingar-se dos seus pais? — Perguntou enquanto coloco a camisa. — Não sou tão canalha assim. — Respondo, ofendido. — Então você a ama?

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