Beatriz o encarou, sem hesitar. Ela sentia a intensidade da luta interna dele, mas não se intimidava. Não era apenas uma questão de fuga ou resistência. Havia algo ali, algo que não podia ser ignorado. Beatriz (com uma voz firme, mas com uma leve suavidade nos olhos): "Eu entendo tudo o que você está passando, Coringa. Mas, talvez... talvez seja hora de parar de tentar controlar tudo. Talvez seja hora de descobrir o que nós dois sentimos um pelo outro. Não como jogo, não como disputa. Mas como algo real. Talvez a gente consiga entender o que realmente existe aqui, entre nós, se parar de brigar contra isso." Ela se aproximou um pouco mais, não com medo, mas com a consciência de que algo estava prestes a mudar, e que ela não poderia voltar atrás. A tensão no ar era palpável, mas ela não d

