CORINGA O vento cortante uivava ao redor, e o penhasco parecia engolir qualquer som que não fosse o caos do momento. Coringa respirava pesadamente, a raiva pulsando em suas veias. Ele estava a poucos passos de Lucas, mas o medo de ver Beatriz e Brian caírem o impedia de agir impulsivamente. Ele estava sendo manipulado, cada segundo era uma tortura, mas ele não podia deixar o ódio cegar sua visão. Lucas, com um sorriso diabólico no rosto, aproveitou a tensão no ar para dar mais um passo atrás, sua voz escorrendo como veneno. Lucas (desafiador, com a arma ainda apontada para Beatriz): “E aí, Coringa? Vai me matar agora? Ou vai se contentar em ver ela e o pirralho caírem na escuridão? A escolha é sua!” A adrenalina invadiu o corpo de Coringa como uma onda destruidora. Seus músculos estav

