Vick saí nos jornais -Viagem A Aspen

3380 Palavras
No hospital era o comentário, eu estava agarrando um milionário e que logo me veriam sai de lá para me casar novamente. Zack era um que adorava tirar o barato, ficava andando com o jornal de fofocas o tempo todo, já cheguei a correr a traz dele para pega o jornal e jogar fora, Renzo e Priscila foram embora depois de uma semana, ele me deu autorização para a reforma da cozinha de sua casa em Aspen, mas fazia questão que eu estivesse presente, isso iria me custar um desgaste com o Dr. Smith, a obra começaria em vinte dias, eu precisaria ir para lá e contratar o pessoal e Taylor teria que ir também, isso eu também teria que lidar e ser profissional. Zack estava atendo me escutando no lugar que ele me apresentou, era barulhento demais, eu me encostei na única parede vazia, minha cabeça dava voltas, eu queria Renzo e não queria ao mesmo tempo, eu não conseguia ficar sozinha e curtir a solidão, mas ele era tão envolvente e gostoso que não dava para recusar em estar em seus braços, Priscila era a filha que gostaria de ter e a proposta que Enzo me fez era tentadora, mas isso tudo teria um preço, namorar um homem da sociedade, sendo que não faço parte dela, minha vida ficava em evidencia o tempo todo, já estavam até me seguindo para os locais que vou, até no hospital já me clicaram, usando a roupa verde e de cabelos presos no alto da cabeça todo bagunçado, rindo e conversando com meus colegas de trabalho, eu nunca consegui identificar quando é paciente na recepção ou se era um fotografo, mas as fotos saiam perfeitas. "Eu acho que você está com medo de se envolver, mas já está envolvida!", Zack se aproximou, "Deixa rolar!... Ele está lá e você aqui e de vez em quando se encontram, jantam e você da pro cara e fica tudo certo!". "Falando assim da a impressão que sou uma vadia!", o encarei. "Não foi isso que quis dizer... Eu quis dizer que você tem liberdade para continuar fazendo o que faz, e esses fotógrafos nunca vão pegar algo... Como você transando com Taylor ou com qualquer outro!", Zack me prensou na parede, "Adoraria transar com você sem compromisso, eu não daria de idiota como Taylor faz, eu aceito numa boa!". Zack me beijou e enfiou a mão descaradamente dentro da minha calça verde e enfiou o dedo sem nenhuma vergonha, eu ainda segurei sua mão, mas não consegui resistir e transamos ali mesmo, ele me virou de costas e me penetrou forte, por que ouvia isso o tempo todo, ele me conhecia e sabia o jeito que eu gostava de transar, gritei quando gozei e ele arfou a traz de mim, metendo deliciosamente, e era assim sempre que tínhamos vontade de transar, sempre usando a camisinha, ele era cuidadoso ao descarta-la, e era o nosso segredo depois daquele dia, Taylor ficou para escanteio por seu ciúme descarado. Consegui vinte dias para ficar fora do hospital, não saberia como iria aguentar trabalhar vinte dias direto depois que voltasse de Aspen, mas eu teria que conseguir, o jato particular estava a nossa espera, no aeroporto, eu, Marsh e Taylor entramos na aeronave e fomos recebidos calorosamente pela equipe do voo, nos acomodamos e seguimos para Aspen, Renzo e Priscila já estavam lá a três dias preparando a casa para nos receber, Taylor estava arredio e disse que não ficaria na mesma casa com ele, e emburrou e não disse mais nenhuma palavra, o voo foi tranquilo e dormi já que não tinha com quem conversar, Taylor estava se demonstrando um péssimo amigo e amante, ele me queria como Renzo me quer e ele está colocando o dinheiro na frente, a fama por estar com um cara rico e agora fazendo a cozinha da casa dele, isso atrairia muitos clientes endinheirados e loucos para comer a dona da empresa por ela ser gostosa e generosa, aquelas palavra cortaram o meu coração, o mandei sair da minha sala com raiva e chorando, ele jogou o projeto da cozinha na minha mesa e saiu furioso, e depois disso, não falou mais comigo, manda recados por Maryl e evita encontrar comigo na empresa, isso nos fez afastar um do outro. Acordei com a aeromoça me tocando, não sei quem mais levou susto, foi eu ou ela, sorri e pedi desculpas, apertei o cinto e nem me preocupei em olhar os rapazes que estavam na outra poltrona ao lado, trinta minutos depois descemos e assim que a aeronave estacionou na área particular, Renzo e Henrique estavam a nossa espera. "Como foi a viagem de vocês?", Renzo cumprimentou primeiramente os rapazes, Taylor foi simpático, por que era assim que tinha que ser independente do que rolava entre eu e Renzo. "Oi meu amor!", disse ele me puxando para um abraço e depois um beijo caloroso na boca.2 "Oi!... Eu estou congelando aqui fora!", disse tremendo. Renzo sorriu e nos colocou dentro de uma mini van da Mercedes-Benz, e o ar quente foi ligado para a nossa alegria, e fomos informados de que Marsh e Taylor iriam ficar num resorts durante a reforma, e que não eram para se preocupar com transporte, Henrique iria busca-los todos os dias e leva-los. O local era uma graça, até eu tive vontade de ficar ali, os quartos davam para a montanha e era branquinha de neve, e para a minha surpresa ele era dono do hotel a muitos anos, e até chegou a falar sobre reforma, mas por mim deixaria do jeito que esta, era lindo tudo aquilo, depois de acomodá-los e deixar suas bagagens, seguimos para a casa e começar a trabalhar. O carro subiu uma estrada de terra, fez várias curvas, Renzo estava grudado em mim e o tempo todo beijava o meu pescoço e dizia que estava feliz com a minha presença ali e Priscila animada em saber que estavam juntos e namorando, o olhei. "Renzo!... isso não é bem um namoro!... Sabe como é difícil minha vida e não posso me dedicar a você como gostaria!". "Um dia vai aceitar meu pedido de casamento e você vai poder se dedicar a mim!". "Eu tenho meu trabalho e tem o hospital". "Traga a equipe para Nova York se for o caso, mas não tem como ficar em dois empregos, precisa diminuir o ritmo de trabalho se quiser ser mãe dos meus filhos!". Vi Taylor olhar para mim, seus olhos arderam de raiva, e deixou claro que jamais sairá da Filadélfia para viver em Nova York, e eu estava vendo Taylor, meu mestre de obras escorregarem entre meus dedos, eu teria que saber escolher muito bem o que iria querer da vida. Ao chegar na casa, eu fiquei bestificada, imaginava uma casa pequena, mas ela era enorme, o telhado estava branquinho da neve que caiu Durante a noite, Priscila saiu da casa correndo como uma criança e agarrou Taylor e o abraçou. "Puxa!... Que bom que veio!", e fez a mesma coisa com Marsh que ficou arredio em abraça-la, Taylor e eu rimos de Marsh, ele torceu a boca em protesto e eu recebi um abraço caloroso e entramos, o frio estava demais. A casa por dentro era luxuosa, novamente carregada de obras de artes, mas algumas eram falsas, por serem muito caras para ele ter, então mandou fazer iguais, existiam duas salas de estar, uma sala de jantar enorme para receber muita gente. "O natal e ano novo comemoramos aqui, mas este ano preferi ir ver minha filha e passar com ela no Canadá", Renzo puxou Priscila e beijou seus cabelos e seguimos para a cozinha e realmente ela estava bem judiada e ele explicou o que ouve, "Um encanamento de água estourou bem aqui em cima no gesso, e ficou três dias molhando os móveis e quando Boris chegou, a cozinha estava inundada e tudo molhado, deu um trabalho enorme para secar e consertar o estrago, os aquecedores internos dos canos pararam de funcionar depois que um transformador queimou, então os canos congelaram e quando a energia se restabelecei, a pressão do cano foi grande e estourou bem aqui". Abrimos o projeto e deixei que o arquiteto falasse e Taylor também, eu só escutava e adorei a proposta de mudar tudo abrir mais e dar mais espaço já que ele gosta de receber pessoas, fazer um balcão onde se pode cozinhar e papear e tomar um bom vinho, a cozinha tinha um charme diferente, ela tinha o piso mais baixo e por isso a casa não foi inundada, fazendo a água escorrer porta a fora, Renzo ainda deu sua opinião, mas acabou concordando em derrubar uma parte da parede para abrir mais a visão para a casa. Conhecemos todas as dependências da casa, era enorme e incrivelmente luxuosa, o quarto de Renzo dava para a montanha e era um encanto, a cama era grande e macia, o banheiro era enorme e piso aquecido, a banheira era espaçosa para duas pessoas e já me vi nela. Voltamos para a cidade, desta vez apenas eu, Taylor e Marsh, iríamos precisar de um local tranquilo pra trabalhar, achamos um restaurante/café muito legal e que tinha sinal de internet, nos sentamos e começamos a cuidar do projeto, a fazer compras e discutir por telefone a demora da entrega, a cozinha tinha que estar pronta em vinte dias, eu categorizei no telefone e consegui o prazo, era importante para todos nós, isso traria lucro o suficiente para render mais no futuro, perguntamos para o dono do restaurante onde conseguíamos mão de obra para contratar, e recebemos algumas pessoas que o próprio chamou pelo telefone, contratamos e seguimos para os custos e gastos da obra, Taylor achou melhor alugar um carro para emergência, eu concordei, apensar que Renzo deixou claro que Henrique ficaria a disposição para o que precisassem, mas eu queria que Taylor e Marsh tivessem liberdade para trabalharem e sair da casa quando fosse preciso, eu mesmo iria trabalhar todos os dias fora daquela casa, justamente para ficar de olho nos gastos e no prazo de entrega. "Seu namoradinho vai enlouquecer ao saber que vai ficar longe dele!". "Bom!... É um problema dele... O acordo era que eu viesse e supervisionasse o trabalho, como a minha parte é esse, ele vai ter que aceitar!", olhei para os dois, "Eu não vim para cá, ficar de férias e deitada na cama para ele me comer a hora que lhe convém!". "Hullllllllllllllllll!", disse Marsh colocando a mão na boca, Taylor curvou a boca em protesto e desviou o olhar e soltou uma bufada forte de chegar a embaçar o vidro, Marsh olhou para ele e depois para mim, e entendeu tudo, ele estava apaixonado e eu não e estava deixando tudo muito confuso e difícil para se trabalhar. No final da tarde Henrique deixou os rapazes no hotel para descansar e segui com ele para a casa no alto da montanha, fui em silêncio pensando no assunto, eu iria deixar a empresa assim que a deixasse bem estruturada e com clientes potenciais que lhe de lucros e os ponha de pé, depois vou decidir se fico como enfermeira ou saio para estudar medicina ou me casar com um homem rico e que me de filhos e uma vida de estabilidade e luxo e viagens, eu torci o nariz para essa parte, estaria jogando minha identidade fora, eu era simples e gostava das coisas simples, gosto de cozinhar, de arrumar a casa e de fazer mudanças, gosto de trabalhar e ter o meu dinheiro e chegar em casa depois de um dia de trabalho e ter o que conversar, não só ouvir calada os problemas do meu marido no seu trabalho, eu estava começando a achar que meu relacionamento com Renzo estava indo rápido demais, precisava por o pé no freio e diminuir a velocidade, eu era um desastre para relacionamentos rápidos, ou me deixavam ou morriam, eu não estava a fim de sofrer horrores novamente, o carro entrou na propriedade e eu desci logo que a porta se abriu e corri para dentro, estava muito frio naquele lugar, Achei Priscila sentada no sofá lendo um livro, me aproximei e me sentei ao seu lado e acariciei seus cabelos e sorri assim que ela levantou a cabeça para me olhar. "Papai foi até a cidade comprar alguma coisa para o jantar, a Sra. Marta estava cobrando que não tinha quase nada na dispensa!". "Pelo Jeito vocês não vem aqui a muito tempo!?". "Tem mais de um ano", Priscila fechou o livro, passou a mão nele e me olhou, "Antes de ser internada, nós viemos aqui, depois"... "Seu pai ama muito você!", sorri terna, "E eu amo muito você!... Minha filhinha linda!". Ela abriu um sorriso lindo e me abraçou e deitou a cabeça no meu colo,eu fiquei alisando seus cabelos e fazendo algumas transas, ficamos em silencio por um tempo, eu adorava fazer mimos para ela, muito carente e necessitada de carinho. "Você tem biquíni?". "Tenho!". "Vamos tomar um banho de banheira?". Priscila se levantou e sorriu e subimos as escadas correndo, colocamos nossos biquínis e enchi a banheira do quarto de Renzo que cabiam duas pessoas e entramos depois que a espuma e o cheiro de rosas perfumou o local, ficamos conversando sobre coisas banais, escola, professores, gatinhos, infância entre outras coisas, a água estava uma delicia e eu tinha deixado bem quente para não esfriar rápido, as vezes ligava o botão do jato para aquecer a água e a espuma aumentar, Renzo chegou e saiu a nossa procura e nos achou por causa das nossas gargalhadas, parou na porta do banheiro e pôs as mãos na cintura e abriu a boca surpreso. "Tomando banho com a minha filha!", disse em tom de brincadeira. "Junte-se a nós, coloque uma sunga". Sorri. "Mas só cabem duas pessoas?", disse ele se aproximando e me dando um beijo apoiando-se na borda da banheira e depois deu um beijo na testa de Priscila. "Eu sou pequena e te sedo um lugar a traz de mim!". Seus olhos me olharam com desejo, rapidamente saiu do banheiro fechando a porta cinco minutos depois estava de volta e dei lugar para ele a traz de mim e foi divertido nós três ali, Priscila pode conhecer um pouco mais da infância de seu pai, sempre teve uma vida social econômica muito boa e estabilizada, seu pai era político e advogado, sua mãe empresária e nunca lhe faltou nada, ouvindo suas histórias eu me sentia cada vez pequena e pobre, eu não saberia viver uma vida de luxo, fiquei quieta até Priscila me fazer contar tudo de novo sobre minha vida, narrei com mais cautela e sem rir tanto, foi como reviver a minha infância, Renzo acariciava meus braços enquanto me escutava, até que Priscila resolveu sair, dizendo que estava toda enrugada e queria dormir um pouco antes de jantar, nos despedimos e ficou apenas eu e Renzo. "Ela ama você!". "E eu a amo!", sorri e descansei a cabeça em seu peito, meus cabelos estavam presos no alto da cabeça para não molhar. "E eu amo você e quero me casar com você!", ele engoliu em seco, "Me deixa te amar?". Me virei para ele, me encaixei em seu colo, acariciei seu rosto e cabelo molhando-o, ele sorria terno, mas eu precisava ir com calma, "Renzo!... Eu adoro você, mas... Eu perdi meu marido a muito pouco tempo, ele ainda está vivo no meu coração... Não que isso me impeça de namorar e desejar uma outra pessoa!", sorri e passei a mão em seu rosto e lhe dei um beijo delicado, "Eu acho você lindo, generoso, amoroso e amo o jeito que cuida de Priscila e sei que será um ótimo pai... Mas precisamos ir com calma, um passo de cada vez!". Renzo procurou minha boca e me beijou com desejo, suas mãos acariciavam a lateral do meu corpo e meus braços, eu desamarrei a parte de cima do biquíni e o tirei, deixando meus seios livres daquele aperto, Renzo suspirou. "Eu quero muito que conheça meus pais e minha família Victória... Eles perguntam direto por que eu não a levo para conhecerem, já que estamos sempre nos jornais e rumores sobre nós, sempre está em evidencia!". "Renzo!", torci a boca, "Isso é como assumir um compromisso e é justamente o que eu não estou querendo no momento... Eu tenho medo de ferir os sentimentos de vocês dois por não conseguir responder a expectativas de vocês!... Eu sou uma pessoa simples, gosto de coisas simples e é a primeira vez que fico solteira e que posso curtir minha liberdade!". "Eu não estou querendo tirar a sua liberdade Vick... Eu só quero que faça parte da nossa família, que cuide de Priscila e que me de outro filho!". Respirei fundo, "Eu moro na Pensilvânia e você em Nova York... Isso é loucura!". "E pra que serve o jato?", ele sorriu, "Vamos Victória... Me de uma chance?". Mordi o lábio inferior, "Quero namorar pelo menos um ano ou dois e ter a certeza de que é isso que eu realmente quero!". Ele abriu um largo sorriso, "Um ano está ótimo para mim... E neste meio tempo organizamos nossas vidas e você o seu trabalho!". Consenti com a cabeça, mas não falei que estava pensando em deixar a empresa de Ash, o Hospital estava fora de cogitação, eu não iria deixar, aquilo era minha vida. Nos beijamos suas mãos vieram parar nos meus seios, nossos beijos se intensificaram, minhas mãos correram de seu abdômen até a sunga e desamarrei devagar, e liberei seu sexo, Renzo apertou minha bunda e descobriu que minha parte de baixo do biquíni era só puxar as cordinhas da lateral e foi o que ele fez, logo estava nua, o biquíni no chão, ele me agarrou com vontade me apertando nos braços e me esfregando nele, seu peito peludo roçava nos meus seios e me deixavam louca de tesão, ele me ergueu e direcionou seu pau na minha abertura e me fez escorregar e me penetrou, me segurei nos seus ombros e apoiei minha testa na dele, comecei a ofegar e me movimentar sobre ele que me segurava e olhava diretamente para os meus olhos, ele também ofegava, sua boca estava aberta e foi um convite para beija-lo de língua, ele gemeu e apertou um dos meus seios enquanto eu buscava seu melhor gosto, gemi sentindo que iria gozar, ele tocava no meu ponto mais intimo, acelerei meus movimentos e joguei minha cabeça para traz e gozei gostoso, ele grunhiu ao sentir que eu o apertava e ordenhava, queria gritar, apertei seus ombros e cavalguei sobre ele até que gozasse comigo, ele sugou meus seios enquanto me enchia, a muito tempo não sentia um homem gozar sem camisinha dentro de mim, eu adorava a sensação de seu jorro dentro de mim, era quente e delicioso e podia imaginar ele dentro de mim por dias, Renzo era quente e delicioso. Saímos da banheira, mal nos secamos e caímos na cama e fizemos amor novamente, calmo e longo, suas mãos e sua boca passearam no meu corpo, me sugando e lambendo e me provocando, fiz a mesma coisa com ele e o levei a loucura quando o chupei, ele relutou com isso, dizia que era nojento, mas quando o agarrei e suguei com força, ele quase gozou, ficando esparramado na cama me olhando chupar e me deliciar com seu pau comprido, eu o levei ao limite da minha garganta e o fiz gozar, ele quase gritou de tesão, grunhindo e rosnando entre os dentes jorrando dentro da minha boca, quase não dei conta, deitei sobre seu peito quando terminou, arfando e exausto e em êxtase, me abraçou e acariciou minhas costas. "Você é uma loucura de mulher, adora ousar e não tem frescura com nada!", ele suspirou e bocejou. "Nunca fizeram uma oral em mim, nunca pensei que fosse tão gostoso assim!". O olhei surpresa, todo casal tinha intimidade para fazer o que quisesse, e foi aí que descobri por que ele não me chupou, considerava aquilo sujo, comecei a rir e o beijei e voltei a me deitar sobre seu peito. "Eu adoro uma boa chupada também", ri.
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