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Dois dias depois do regresso de Henry às suas atividades normais e na hora do almoço Brandy vai ter com ele à empresa.
- Oi, amor – diz ela espreitando na a******a da porta antes de entrar dentro do escritório dele
- Oi – diz ele a olha para ela e faz sinal para que ela entre – Tranca a porta – diz ele e ela sorri pois sabe bem o que acontece quando ele pede para ela trancar a porta
- Isso é tudo saudades? – pergunta ela com uma voz meiga ao sentar-se no colo dele e ele começa a tocar nos s***s dela
- Saudades, t***o, dor nas bolas – diz ele antes de abocanhar um seio dele com a boca e depois ele faz o mesmo ao outro
- Estás bem faminto – diz ele vendo que ele estava a começar a abrir as calças dele enquanto a beijava e resolve lançar mais uma vez a escada – Se nós morássemos juntos, podias ter todos os dias – diz ela e ele apenas abre um sorriso ao desviar o fio dental dela e posicionando-se para a penetrar
- Se eu quiser todos os dias, tu dás – sussurra ele ao ouvido dela e entra dentro dela com um único movimento – E não preciso de morar contigo – diz ele assim que se começa a movimentar dentro dela e afasta ainda mais as pernas dela para a penetrar bem fundo e embora ele não tenha dito o que ela queria ela sente-se vitoriosa pois ele hoje não colocou preservativo o que é algo nada comum nele e ela começa a pensar que é uma mudança importante nele – c*****o… - geme ele e sai de dentro dela e começa a masturbar-se para o corpo dela
- Nem deixou em gozar – diz ela fazendo beicinho e ele ri e beija-a
- Desculpa – diz ele – Não estava com camisinha e não ia derramar dentro de ti – diz ele e vira ela de quatro para ele
- Mas podes, eu tomo a pilula – diz ela e ele posiciona o m****o dele já devidamente limpo e entra novamente dentro dela
- Mas isso pode falhar e ainda não é hora para ter filhos – diz ele dando uma enorme palmada no r**o dela – Rebola esse r**o para mim – diz e ela começa a rebolar velozmente no m****o dele – c*****o, tu sabes mesmo dar prazer – diz ele e ela sorri e entusiasma-se novamente
- Mais forte Henry – pede ela e ele começa a penetrar com muita intensidade dentro dela e volta a derramar fora dela e quando ele se masturba em cima do corpo dela o intercomunicador dele começa a tocar.
- Fala Ben – diz ele pedindo a Brandy para se calar
- Os advogados do seu avô estão lá em baixo – diz Ben de m*l humor
- Merda, manda-os subir pelo meu elevador – diz Henry – Veste a tua roupa, mais logo eu ligo para ti – diz ele pegando nas coisas dela e fazendo ela se despachar para sair rapidamente dali e ele ajeita a roupa dele, o cabelo e as coisas que tinha tirado da mesa para t*****r com a namorada ali.
- Te amo meu doce – diz Brandy ao sair da sala de Henry, mas como sempre ele não lhe responde quando ela diz que o ama – Xau Ben – diz ela toda sorridente e ele acompanha-a até ao elevador – Brandy, quando acertamos as nossas contas? – pergunta ele a olhar para ela
- Falamos mais tarde – diz ela e vai embora
Assim que os advogados do avô de Henry chegam eles entram de imediato para a sala dele e ele fecha-se lá dentro com eles e Ben fica na sua secretária a fazer os seus afazeres e acredita que quando os advogados de Frank saírem, Henry já estará com o cargo de CEO da empresa e ele será o assistente dele e certamente terá ainda mais visibilidade na empresa.
- Henry, aqui tens o que precisas de saber – diz um dos advogados e ele franze a testa e abre a pasta
- Cláusula? – diz ele em tom de pergunta ao ler o cabeçalho da folha e só depois começa a ler o que lá vem escrito – Isto só pode ser de brincadeira – diz ele ao ler o documento
- Não senhor, é bem verdade o que está aí escrito, mas se não concordar e não quiser cumprir não tem problema, ninguém o vai obrigar – diz um dos advogados com uma enorme vontade de rir
- Ninguém me vai obrigar – diz Henry de forma irónica – Por acaso vocês leram esta merda? – diz ele mandando com a pasta para cima da mesa
- Claro, fomos nós que redigimos a pedido do seu avô – diz um dos advogados a olhar feito para ele
- Casar e sustentar uma mulher que eu nem sei quem é durante cinco anos? – grita Henry completamente fora de si
- E depois caso seja a vossa intenção divorciar, terá de manter o nível de vida da sua esposa – diz um dos advogados provocando ainda mais a ira de Henry – Mas se não quiser, a empresa ficará bem entregue ao conselho de administração nomeado pelo seu avô e as instituições ficaram felizes por receber a parte cativa da sua herança – continua um doa advogados a falar
- Isto não vai ficar assim – diz ele e assina o documento em como aceita as clausulas e as cumprirá para ter acesso ao que é realmente dele dentro de cinco anos
- Tem a partir deste momento sessenta dias para se casar – diz um dos advogados antes de deixar a sala de Henry que assim que eles saem ele começa a arremessar objetos contra a parede tal é a fúria que ele sente.
- O que se passa? -pergunta Ben ao entrar na sala dele – Está tudo bem? – pergunta
- Eu estou com cara de quem está bem e que está tudo bem? – berra Henry e depois de respirar fundo várias vezes ele conta ao seu assistente o que se está a passar deixando-o de boca aberta e incrédulo
- E quem é essa mulher? – pergunta Ben tentando saber o máximo de informação possível
- Não sei, nunca a vi, não sei nada dela – diz ele a olhar para o horizonte através da janela da sua sala – Se o meu avô ainda fosse vivo acho que quem o matava era eu com as minhas próprias mãos – diz Henry
- Quem pertence ao conselho de administração? – pergunta Ben curioso
- Os conselheiros dele, a minha mãe e eu – responde ele com uma voz apática
- Vão ser cinco anos bem longos – diz Ben
- A quem o dizes – diz ele – Mas ele não pensa que morre e me fode assim – diz Henry ganhando um brilho no olhar que faz com que Ben perceba que ele vai fazer alguma coisa para contrariar o que eles lhe quiseram fazer