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2767 Palavras

Faxina. É a única que está me mantendo sã nesse momento. Desde que Heitor saiu daqui daquele jeito, me deixando cheia de desejos e de sensações que eu não consigo discernir, eu não consegui tirar o doutorzinho da minha cabeça. Sério, ele está em meus pensamentos, em meus sonhos, mesmo aqueles que a gente sonha acordada, sabe? E mesmo com o Bolacha fazendo o seu melhor para me entreter, o danado do homem está lá e até recebo algumas reclamações do meu amigo quando passo despercebida em nossas brincadeiras. Tipo a brincadeira do disco. Eu só precisava jogar o objeto e o Bolacha só tinha que ir busca-lo, mas quando ele voltava para me devolver, eu simplesmente estou desligada e o seu latido de advertência me despertava. Sabe a parte mais estranha nisso tudo? Eu deveria me sentir excluída, ind

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