Não quero agir por emoções, porque isso não vai levar a nada bom. Realmente quero consertar tudo. Descobrir como foi na realidade e, aos poucos, com pequenos passos, recuperar o que eu mesmo destruí. O meu telefone começa a tocar, e vejo que é Tandy. Parece que ele sente que estou me sentindo m*al agora e provavelmente quer me apoiar. — Diga-me. — Onde você está agora? Ele pergunta com um tom sério demais. — Almoçando com a Cris. Respondo. — Aconteceu alguma coisa? — Sim. A sua resposta me assusta. — Venha para o escritório. Temos que conversar. — É sobre a Samanta? Exalei. — Vi ela hoje e descobri muitas coisas interessantes. Tandy termina a ligação primeiro, e eu tento me recompor. Aperto o volante ainda mais forte. Algo se contorce no meu peito, como se tivessem ligado um motor

