— E então? Finalmente fala. O seu olhar é penetrante, mas sua voz. Calma, até perigosamente calma. — Ele veio te dar flores e suavizar seis anos de esquecimento? Suspiro. A sua reação é completamente esperada. — Veio por Daryana. Respondo com moderação. — Ele quer consertar as coisas. Sarah suspira, levanta-se e aproxima-se mais, apoiando-se na mesa com a anca. — Por Daryana, você diz? Ela estreita os olhos. — Samanta, eu não sou burra. Vi como ele te olhava. E vi como os seus olhos brilhavam quando olhava para Daryana. Com a menina, eu vou ser honesta. Realmente... ele pode ser um pai, se desejar muito. Talvez, pela primeira vez na vida, ele faça algo certo. Mas você... Agarro o copo com força, e ela termina: — Tenha cuidado com isso. Já te quebrou uma vez. E por mais doces que soem

