— Samanta... Ouço uma voz masculina e me forço a levantar o olhar. Ele é o pai de Máximo. Está de pé ao meu lado e me observa com tristeza. — Ele morreu, não foi? Soluço. — Era o Máximo? Ele estava ao volante? — O quê? Parece que ele não entende do que estou falando. Ele franze ainda mais a testa e depois senta na cadeira ao meu lado. — Samanta, quem estava dirigindo era o tandy. Não sei o que sinto neste momento. É difícil chamar isso de alívio, porque um deles morreu de qualquer maneira, mas não foi Máximo. Deus... Cubro o rosto com as mãos e começo a chorar. Fortemente. Posso me dar ao luxo, porque não sou a única que está chorando agora. Agora pelo menos entendo por que a Cristina gritava tanto. Ela perdeu Tandy para sempre... Gostaria de voltar no tempo e dizer a Máximo para

